domingo, 17 de maio de 2020

Sérgio ex-goleiro do Palmeiras, paulista de 93 foi o título mais importante na minha carreira


O ex-jogador com grande identificação com o alviverde paulista (347 jogos), foi o convidado da Web Rádio Arena BR, e falou quem foi o seu melhor treinador, o desejo de voltar ao futebol e início no Palmeiras

Sérgio participou do Arena da Resenha  da Web Rádio Arena BR, apresentado por Victor Cunha Meira e Wellington Kessa, e com a participação dos jornalistas convidados: Paula Vieira e Alexsandro Fernandes, na noite do dia 1º de maio pelo You Tube, e argumentou sobre temas relevantes como: quem foi seu melhor treinador, o desejo de voltar ao futebol e início no Palmeiras.

Dentre alguns tópicos comentados no bate-bapo, Sérgio disse como foi a quebra do tabu em 1993 em cima do rival Corinthians, depois de 16 anos o Palmeiras voltou a ser campeão, essa conquista também foi marcante para o ex-goleiro porque foi seu primeiro título como profissional.

"De todos os títulos que eu participei, o de 93 foi o mais festejado e o mais importante para mim, primriro campeonato, substituindo um goleiro que já era ídolo do clube, com aquela seleção, só fera e eu novo , o meu primeiro campeonato, então realmente foi omais importante para mim na minha carreira e tá hoje é considerado por muitos palmeirenses como o mais importante", pontuou Sérgio.

"Em 93 fui campeão do paulista, rio-são paulo, brasileiro e fui eleito o melhor goleiro do campeonato brasileiro", completou o ex-goleiro.

Veja na íntegra o vídeo do bate-papo com Sérgiohttps://www.youtube.com/watch?v=dvFultfB_LE

CONFIRA OS TEMAS COMENTADOS POR SÉRGIO: 

QUEM FOI SEU MELHOR TREINADOR
"Eu tenho treis ou quatro treinadores que eu aprendi mutio, que eu considero como os tops de linha, eu vou ficar com o Vanderlei Luxemburgo, porque é um cara que realmente é diferenciado, por onde ele passou deixou a sua marca como o estrategista, um cara que vê o futebol como estratégia".

"As vezes o futebol as pessoas falam que cai na mesmice ou quase que a mesma coisa, não ele faz diferente, é um cara que realmente vai além daquela mesmice que as pessoas falam todos nós somos treinadores, o brasileiros tem um pouco de treinador, aqueles caras que me metem os pitacos".

"Ele não, é um cara diferenciado em todos os aspectos, porque você comandar uma equipe de nome, uma equipe com grandes medalhões, um clube, ele comandava não só o time em si ele via no geral, a parte técnica a parte tática, a evoluição, a logística, enfim todos os tramites que existem no clube, ele tomava posse de todas as pessoas que influenciavam e que estavam inseridas no projeto, então ele realmente é um treinador diferenciado".

"E lógico que eu gosto do Felipão também, o Leão foi um grande treinador, é um grande amigo meu, e outro treinadores que eu passei, mas esses daí são os que eu mais gosto".

O DESEJO DE VOLTAR AO FUTEBOL

"Com certeza eu estaria hoje no futebol, é que eu me dediquei a família, procurei seguir uma outra linha, pelo fato de ter jogado muito tempo, 22 anos de carreira, com muita intensidade e muita determinação, viajando muito eu acabei dedicando quase 100% a minha carreira e cabei deixando o lado familiar de lado, a gente quase não aproveitou"

"Depois que eu parei, eu fiquei preguiçoso viajei pouco, acabei ficando mais do lado família e tocando a minha vida profissional empresarial em um outro ramo, mas sempre que eu posso vou ao estádio, ajudo, agora recentemente eu vou abrir uma escola de goleiros aqui em Sorocaba, isso é daqui um pouco vou abrir a escolinha já está no projeto"

"Mas é um sonho sim de passar a minha experiência, tudo o que eu vivi na área do futebol para as pessoas que estão querendo aprender, porque sempre peguei treinadores importantes e aprendi muita coisa, eu tenho a vontade sim de atuar no futebol, provavelmente agora na virada do ano para o ano que vem, eu vou tentar entrar no futebol de alguma forma"

INÍCIO NO PALMEIRAS

"Em 1989, dia 13 de janeiro de 1989 vindo de uma seleção de Osasco, onde eu estava jogando os jogos abertos e o treinador do Palmeiras me levou eu fiquei 3 meses lá em teste, graças a Deus eu passei no teste, no último minuto do jogo que teve para definir se eu ia ficar ou não eu catei dois pênaltis, fui bem na partida e acabei ficando, passei no teste e desde de então fiquei no Palmeiras até 2007".

"Então quando eu começei em 89 fiz parte da equipe de juniores, eu fui crescendo fui emprestado para o Ceilândia, fui emprestado para o Emb-Guaçu, aí me tornei profissional em 91, fui emprestado para o Ceilândia fui vice-campeão voltei e já na virada de 1991 para 1992 eu me reitegrei ao time profissional do Palmeiras, eu subi para o profissional, tive a minha famosa oportunidade, porém a oportunidade de estar no elenco, não que eu já estava definido como terceiro ou quarto goleiro".

"Eu tive que trabalhar muito durante 2 meses para me tornar o terceiro goleiro, onde o Velloso foi embora emprestado novamente o César saiu, ficou o Carlos, Ivan e eu, aí foi a minha carreira ali no Palmeiras, a cada oportunidade que aparecia eu estava aproveitando, em 1992 tudo para mim era novidade, todos os aspectos que aconteciam dentro do clube era diferenciado porque eu estava em um grande clube, no time profissional, junto com os feras".

"Quando você vai para um clube grande, você fica falando poxa vida eu estou aqui, esse momento dessa vida que eu procurei chegar, e hoje já estou no meu lugar, e agora que eu vou fazer, vou procurar aproveitar as oportunidades, aí você vai aprendendo, tudo o que passa vai aprendendo com os mais experientes".

"O clube era muito bom de trabalhar, não atrasava o salário, jogadores experientes, tudo aquela coisa, aí você vai conquistando os seus objetivos, mostrando ser um bom profissional, você sempre tem que estar treinando para ganhar a sua posição, e nesse decorrer de 92 foi mais ou menos assim, tanto é que nós chegamos na final do paulista justamente contra o São Paulo eu já estva no banco de resrva do César".

LUXEMBURGO NO VESTIÁRIO

"Cobrava muito, muito sério, cobrava bastante, ele era um cara intenso nessa hora, ele tava pilhado, ele era um cara que sempre foi pilhado, assim ao extremo, cobrança no jogo, eu aprendi muita coisa com ele, essas frases que você vê hoje, o medo de perder tira a vontade de ganhar, isso tudo é dele, realmente se você fica com o medo de perder você não ganha".

"Você não pose temer o adversário você tem que respeitar o adversário, ele falava isso então agente ia pra lá já com apreparação psicológica muito forte, que ele trabalha muito a parte psicológica, e isso era muito importante para um time, ele fazia muito bem isso".

*CARREIRA

Sérgio chegou ao Palmeiras no dia 13 de janeiro de 1989. Foi emprestado ao Embu-Guaçu e depois ao Ceilândia, e três anos após iniciar a carreira, subiu para o time profissional. Com 22 anos, estreia no gol alviverde, em uma partida amistosa, no dia 21 de junho de 1992, em Matão, frente a equipe local, a Matonense. Em 1993, graças a uma contusão de Velloso, Sérgio entrou para a história como o goleiro titular da equipe palmeirense que derrotou o Corinthians na final do Campeonato Paulista, quebrando um jejum de 16 anos sem títulos.

Fora o Palmeiras, Sérgio teve uma curta passagem pelo Flamengo em 1996. Em seguida, defendeu as metas de Inter de Limeira, Portuguesa e Vitória.

Entre 1999 e 2006, fez sua mais longa passagem pelo Palmeiras. Sua última partida pela equipe foi em 3 de dezembro de 2006, num empate por 1x1 contra o Fluminense.

Disputou o Campeonato Paulista de 2007 pelo Santo André, após o termino da competição, foi anunciado como goleiro do Bahia para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C.

Em 2008 atuou pelo Itumbiara, onde conquistou o título de Campeão Goiano. No dia 2 de junho foi contratado pela Portuguesa, onde ficou até o fim da temporada, retornando novamente ao Itumbiara no ano seguinte.

Em setembro de 2009, aos 39 anos, foi contratado pelo Santos, já que o goleiro Fábio Costa estava se recuperando de uma lesão.

Em 2010 regressou novamente para o Itumbiara para disputar o Campeonato Goiano daquele ano. No segundo semestre foi contratado para disputar o Campeonato Brasileiro da Série C pela equipe do Marília.

No início de 2011 acertou contrato com o Imbituba FC para disputar o Campeonato Catarinense. Ainda em 2011, o goleiro disputou também a Segunda Divisão do Campeonato Goiano pelo Itumbiara.

*TÍTULOS

Palmeiras
Campeonato Paulista: 1993 e 1994
Campeonato Brasileiro: 1993 e 1994
Torneio Rio-São Paulo: 1993 e 2000
Copa Libertadores da América: 1999
Copa dos Campeões: 2000
Campeonato Brasileiro - Série B: 2003
Flamengo
Taça Guanabara: 1996
Itumbiara
Campeonato Goiano: 2008

*Facebook Sergio Goleiro

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Kelly Santos ex-pivô da seleção brasileira de basquete, acredita que somente com o alto investimento no esporte o Brasil pode voltar ao auge

A medalhista de bronze em Sydney 2000, foi a convidada da Web Rádio Arena BR, e falou do basquete no Brasil, a passagem marcante pela Turquia e da sua ausência de cinco anos da seleção brasileira

Kelly Santos participou do Arena da Resenha da Web Rádio Arena BR, apresentado por Victor Cunha Meira e Wellington Kessa, e com a participação dos jornalistas convidados: Max David, João Eduardo e Alexsandro Fernandes, na noite da última sexta-feira (8) pelo You Tube, e argumentou sobre temas relevantes como: basquete no Brasil, a passagem marcante na Turquia e da sua ausência de cinco anos da seleção brasileira


Dentre alguns tópicos comentados no bate-bapo, Kelly Santos afirmou que o atual momento do basquete feminino, se deve a falta de investimentos no esporte e o distanciamento de onde existe as comnpetições internacionais de alto nível, que é a Europa, mas a Austrália também está distante e hoje está em alto nível.

"O Brasil quando esteve no auge nós tinhamos um campeonato onde se contratava as melhores estrangeiras do mundo, as mais cars, era um campeonato de altíssimo nível, isto há mais de 20 anos atrás, então precisamos fazer mais investimentos nos nossos campeonatos locais, trazendo estrangeiras elevando o nível para cima", pontuou Kelly Santos.

Veja na íntegra o vídeo do bate-papo com Kelly Santos: https://www.youtube.com/watch?v=vahzBsY0h-0


CONFIRA OS TEMAS COMENTADOS POR KELLY SANTOS: 


PASSAGEM MARCANTE PELA TURQUIA

"Eu joguei na Turquia por cinco temporadas, e assim que eu cheguei lá elas estavam bem limitadas, mas no ano seguinte elas foram campeãs européias, isso porque já havia várias estrangeiras, quatro por tima, sendo treis titulares e uma no banco, só o treino diário com elas , amistosos com a seleção turca que elas fizeram, elevaram muito o nível técnico e em 2011 elas foram campeãs européias, e fica mracado porque não é um país que tem tradição, não é uma Rússia, uma França, não é um país de primeiro mundo e chegou ao pódio europeu, pelo investimento local, na minha opinião é o mais importante".

"Na Turquia existe uma cobrança muito grande, foi o país que mais fui cobrada, eu me adaptei porque a cobrança é natural, você está ali com carro importado, casa mobiliada, TV, TV a cabo, internet, toda a estrutura, kits e kits de alto rendimento, excelentes tênis de marca, e você tem que dar retorno, você está talvez com o melhor salário da equipe, talvez em um dos melhores campeonatos do mundo, e você dando este retorno você tem respeito, na Turquia eles tratam os estrangeiros como um bebê, uma idolatria, os próprios meninos do futebol tem estátuas, o Alex tem estátua lá na parte asiática de Istambul, é uma paixão, coisa que o atleta deseja é esse reconhecimento, esse respeito, isso é retornável em quadra com o alto rendimento".

O BASQUETE NO BRASIL

"No Brasil esxiste o mau investimento, atletas de transição do juvenil para o profissional que ganham salários baixíssimos  e treinando oito horas por dia de segunda a sexta e de sábado também. além disso existe a falta de respeito, como a má gestão no Brasil".

" O Brasil teve um trabalho de base excepcional, muito bom, eu sou filha desse trabalho por isso eu joguei em vários países, me mantive 16 anos fora".

" O alto nível que tinhamos a 20 anos atrás daquele campeonato, hoje não podemos nem comparar, existe pouco investimento, poderia se investir muito mais em termos de estrutura, salários, respeito a atleta, a mulher, tudo isso eu levo em consideração"

AUSÊNCIA POR CINCO ANOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA

"Eu estava na Turquia também cotada como melhor estrangeira em 2010/2011 e fui pra seleção brasileira para o mundial da República Tcheca, renovei o contrato na Turquia , estava voltando a jogar no país, o treinador de basquete da seleção brasileira feminina, nos dispensou uma noite antes dizendo que no dia seguinte estaríamos dispensadas, eu conversei com o Bruno diretor na época, a própria CBB mudou a minha passagem, a minha passagem  foi mudada antecipada, por pedido meu porque eu teria que chegar no Brasil e pedir um visto, eu teria que ir até Brasília".

" O meu time estava partindo para Grécia para amistosos , time do Besiktas, como a CBB comprou a passagem, ela é a única que tem a autoridade para mudar as  passagens, então ela mudou a minha passagem, eu peguei e fui embora, logo veio a notícia de que a Hortência supervisora na época entendeu que eu estava abandonando a seleção brasileira".

"A Hortência, jogadora excepcional, minha madrinha de casamento, pessoa excepcional, porém na gestão naquele momento ela entendeu isso, e isso me levou a ficar cinco anos fora da seleção brasileira".

"As consequências pessoais, emocionais em mi foram terríveis, as pessoas falam não foi porque ela estava gorda, não , não é porque eu estav gorda, eu sai da Turquia como o maior campeonato do mundo como cestinha, fui para uma seleção brasileira, fui subutilizada, pedi para que mudase a minha passagem, a minha supervisora Hortência entendeu que eu estava mandando na seleção brasileira, não me convocou por cinco anos".

MELHORES MOMENTOS NO BASQUETE DO EXTERIOR

"Eu tive dois grandes momentos na minha carreira no exterior, que foi na Itália no meu terceiro ano na Europa, jogando Euroliga, eu estava cotada para melhor estrangeira naquele campeonato, naquele ano o campeonato de alto nível, campeonato com as melhores estrangeiras do mundo e jogando muito, porém eu tive uma lesão e cheguei a operar , decidir vir operar no Brasil pela ausência da família",

"Aí passado seis anos eu retorno para uma elite do basquetebol na Turquia jogando pelo Besiktas, voltando no auge, e voltei muito mais madura, mais segura, eu cheguei otime estava com algumas derrotas, aí a gente levou ao time a semifinal do campeonato e aquilo me firmou e acabei ficando mais cinco temporadas na Turquia".

SELEÇÃO BRASILEIRA

"Disputamos uma semifinal com o EUA na Copa América de 1997,  que já era um jogo difícil, possível de ganhar e ganhamos, e fizemos a final com Cuba, fisicamente os atletas cubanos são uma bomba, muito bons, nos ganhamos a final com o Ibirapuera lotado, primeira seleção adulta, foi começar assim como pé direito, pra mim foi excepcional, foi maravilhoso".

"O bronze nas Olímpiadas foi mais importante, do que aquela Copa América, depois daquela ganhei tantas quantas, toda Copa América que eu joguei eu ganhei, talvez eu perdi uma, não sei se agente perdeu uma, eu não me lembro agora, talvez o pré-olímpico a gente ficou em segundo".

"Em 2000 na minha primeira Olímpiada, foi o que me lançou para o mundo, eu voltei para o Brasil e fui campeã nacional, depois eu fui draftada para o Detroit para WNBA, dali fui para o Bourges, o Bruno diretor da CBB, disse que tem uma foto minha no ginásio onde foi disputado o último pré-olímpico feminino na França, aí eu fui jogar em Bourges a Euroliga, eu tinha 22 anose no time mais tradicional da época, eu preciso voltar nesse ginásio para ver esta foto".

"A minha volta foi excepcional, no Pan de Toronto (2015) com o Zanon, gostei muito de trabalhar com ele, o treino dele é intenso, com fundamentos e pegada, gostei muito do treino dele, eu vim para o Pan, a seleção brasileira precisou de mim de novo, aí eu fui com toda a minha humildade defender de novo a seleção brasileira".

FORA DA OLÍMPIADAS DE LONDRES 2012 

"Eu perdi a Olímpiadas de Londres, onde o Brasil perdeu o jogo da morte para Austrália com a Erika com cinco faltas no banco e não tinha uma jogadora do nível da Eria para substituí-la, entrou a Nádia, muito jovem, primeira Olímpiadas perdida, foi o preço do mal entendimento, da má gestão de pessoas e da má gestão de ego".

"Era um jogo ganhável, porém o jogo é feito de 12 peças, 12 atletas várias situações, então talvez se eu estivesse naquela olímpiadas, entrasse naquele jogo cinco minutos para ajudar a Erika, a se proteger um pou-laco de faltas, e substituí-la cinco, dez, quinze minutos, o que fosse para protegê-la um pouco e ela que estava jogando super bem, voltar a quadra conservar um pouco as faltas dela, a história da seleção brasileira seria outra, é prepotência demais pensar isso, desculpa é a minha leitura".

"Eu estaria indo para minha 4ª Olímpiadas, então o nível de eficiência, de experiência, minha dento da seleção brasileira, posso dizer que aquela era a minha Olímpiadas, aquele era o meu momento e isso me trouxe emocionalmente distúrbios alimentares a ponto de eu me engordar muito, de eu me deprimir muito, foi muito difícil, isso já após uma resiliência de lesão, um relacionamento interpessoal de boatos, de fofocas, é o que uma carreira baseada em suposições, isso não existe".





terça-feira, 5 de maio de 2020

Kobe relatou que Jordan era como seu "seu irmão mais velho"

Em entrevista inédita o Black Mamba disse "O que eu sei aprendi com ele", os dois grandes astros da NBA tinham uma forte amizade, e compartilhavam do mesmo pensamento obsessivo de fazer o melhor em quadra a cada jogo

Kobe Bryant relatou que tinha uma relação íntima com Michael Jordan, o laço de amizade entre eles era tão forte que Kobe considerava Jordan como se fosse seu irmão mais velho, em depoimento gravado para série “The Last Dance”, uma semana antes da sua morte de acidente de helicóptero em 26 de janeiro desse ano em Calabasas, Califórnia (EUA), o ex-astro do Lakers falou da sua grande amizade e da inspiração que tinha pro Jordan.

A relação de amizade dos dois grandes astros históricos da NBA, começou no 1º ALL STAR GAME do Black Mamba em 1998 e daí por diante seguiu muito forte, tanto que marcou a vida de ambos, e foi o tema do quinto episódio da série “The Last Dance”, na última segunda-feira (4), aqui no Brasil, através da Netflix.

"Minha entrada na NBA foi complicada pois a galera era mais velha. Não é jovem como agora.
Ninguém me dava bola. Eu era o moleque que não acertava uma. Naquela época, Michael foi um mentor para mim. Tinha uma dúvida sobre como arremessava de virada e fui perguntar para ele. Ele deu uma resposta ótima, detalhada e arrematou: "Se precisar de algo, me liga". Tipo irmão mais velho" foi o depoimento de Kobe a série “The Last Dance”.

"Odeio essas discussões sobre quem ganharia no mano a mano com o papo: "Ei Kobe você ganharia do Michael." Para mim é: o que eu sei aprendi com ele. Eu não seria pentacampeão sem ele. Porque ele me orientou muito, dando ótimos conselhos" acrescentou Bryant.

Este talvez seja o episódio mais emotivo da série, pois a declaração de Kobe foi próximo do seu falecimento, então durante a homenagem ao ex-ídolo do Lakers no Staples Center, Michael Jordan fez um discurso emocionado sobre o amigo, assim muitas pessoas se deram conta da grande amizade e da intensidade da relação entre eles.

"Talvez tenha surpreendido as pessoas (o fato) que Kobe e eu éramos amigos muito próximos. Mas éramos amigos muito próximos. Kobe era meu amigo querido. Era como um irmão mais novo. Todo mundo queria falar sobre as comparações entre eu e ele. Eu só queria falar de Kobe", disse Jordan.

"Conforme fui conhecendo, eu quis ser o melhor irmão mais velho que pudesse ser. Para fazer isso, você tem que relevar a inconveniência, as ligações na madrugada e as perguntas idiotas. Eu tinha muito orgulho conforme fui conhecendo Kobe de que ele apenas estava tentando ser uma pessoa melhor, um jogador de basquete melhor. Falávamos de negócios, sobre família, sobre tudo. E ele apenas estava tentando ser uma pessoa melhor", completou o ex astro do Chicago Bulls.

Aquele All-Star de 1998, foi tão especial que marcou o início da amizade entre o já consagrado Jordan pentacampeão da NBA e o maior nome do basquete americano, com o novato no jogo das estrelas Kobe, que apesar de pouco tempo na liga (calouro de 1996) estava se destacando como promessa na NBA, era o típico encontro do professor - Michael Jordan com o aluno - Kobe Bryant, isto porque para o Black Mamba o Air Jordan foi o seu grande mestre como jogador.

"Cresci assistindo Michael na TV e agora você tem a chance de ficar cara a cara com ele, você tem a chance de realmente ver, e meio que tocar e sentir. Forma, velocidade, agilidade, e era engraçado estar lá" disse Kobe

Kobe estabeleceu uma proximidade com Jordan no All Star Game de 1998, tanto que foi estabelecido um canal intenso de comunicação entre os dois, então jovem Black Mamba começou a trocar mensagens com experiente o Jordan, pedia conselhos, tirava dúvidas, queria entender detalhes da técnica de Michael Jordan e entender o sistema ofensivo dos Bulls.

"Ele costumava me ligar, me mandar mensagem 23h30, 2h30, 3h da manhã falando sobre movimentações, trabalho de pés, e às vezes, sobre o triângulo. Num primeiro momento era inconveniente, mas depois se tornou uma certa paixão. A criança tinha uma paixão que você não pode imaginar" lembrou Jordan.

De acordo com o site basketball-reference.com, Michael Jordan e Kobe Bryant se enfrentaram oito vezes, com cinco vitórias para o Black Mamba. No primeiro confronto entre os dois, Kobe marcou apenas cinco pontos contra 30 de Jordan. No último, Jordan marcou 23 pelo Washington Wizards, enquanto Kobe anotou 55 para os Lakers.

Em 1998 quando essa grande amizade iniciou, Jordan chegou ao seu sexto ( 1991, 1992, 1993, 1996, 1997 e 1998) e último título na NBA, mais tarde Kobe mostrou o seu valor e conquistou cinco ( 2000, 2001, 2002, 2009 e 2010) anéis da liga.






segunda-feira, 4 de maio de 2020

Federação Sergipana prorroga suspensão das competições

Federação Sergipana de Futebol de Mesa (FSFM), decidiu que retornará com as suas atividades somente depois da autorização das entidades competentes


A Federação Sergipana de Futebol de Mesa (FSFM) prorrogou a suspensão de todas as atividades relacionadas a modalidade por tempo indeterminado, na última sexta-feira (01) através de um informativo a entidade expôs a sua decisão, devido ao aumento acima do normal do número de casos do coronavírus (COVID-19) no estado

Informativo da Federação de Futebol de Mesa — Foto: Divulgação/FSFM
Informativo da Federação Sergipana de Futebol de Mesa — Foto: Divulgação/FSFM

Seguindo as normas e decretos anunciados pelos órgãos responsáveis, a Federação Sergipana de Futebol de Mesa (FSFM) decidiu pela pasralisação até que tudo volte ao normal em Sergipe, não há incentivo da FSMF para a prática da modalidade em outros locais, com o ituíto de evitar aglomerações, e reforça o isolamento social com o Fique em Casa.

O calendário das competições da Federação Sergipana de Futebol de Mesa (FSFM), só terá uma solução com o retorno das suas atividades, para isso a entidade terá que aguardar o posicionamento das autoridades de saúde para saber quando poderá retomar a sua rotina normal, e assim dar a sequência nos campeonatos do estado.
 

Corinthians e Apace brigam por vaga na decisão da Liga Nacional

Timão venceu a Apace-PB por 1 a 0 em João Pessoa (PB), e se colocou na briga pela vaga na final da Liga Nacional Loterias Caixa de Futebol d...