O ex-jogador com grande identificação com o alviverde paulista (347 jogos), foi o convidado da Web Rádio Arena BR, e falou quem foi o seu melhor treinador, o desejo de voltar ao futebol e início no Palmeiras
Sérgio participou do Arena da Resenha da Web Rádio Arena BR, apresentado por Victor Cunha Meira e Wellington Kessa, e com a participação dos jornalistas convidados: Paula Vieira e Alexsandro Fernandes, na noite do dia 1º de maio pelo You Tube, e argumentou sobre temas relevantes como: quem foi seu melhor treinador, o desejo de voltar ao futebol e início no Palmeiras.
Dentre alguns tópicos comentados no bate-bapo, Sérgio disse como foi a quebra do tabu em 1993 em cima do rival Corinthians, depois de 16 anos o Palmeiras voltou a ser campeão, essa conquista também foi marcante para o ex-goleiro porque foi seu primeiro título como profissional.
"De todos os títulos que eu participei, o de 93 foi o mais festejado e o mais importante para mim, primriro campeonato, substituindo um goleiro que já era ídolo do clube, com aquela seleção, só fera e eu novo , o meu primeiro campeonato, então realmente foi omais importante para mim na minha carreira e tá hoje é considerado por muitos palmeirenses como o mais importante", pontuou Sérgio.
"Em 93 fui campeão do paulista, rio-são paulo, brasileiro e fui eleito o melhor goleiro do campeonato brasileiro", completou o ex-goleiro.
Veja na íntegra o vídeo do bate-papo com Sérgio: https://www.youtube.com/watch?v=dvFultfB_LE
CONFIRA OS TEMAS COMENTADOS POR SÉRGIO:
QUEM FOI SEU MELHOR TREINADOR
"Eu tenho treis ou quatro treinadores que eu aprendi mutio, que eu considero como os tops de linha, eu vou ficar com o Vanderlei Luxemburgo, porque é um cara que realmente é diferenciado, por onde ele passou deixou a sua marca como o estrategista, um cara que vê o futebol como estratégia".
"As vezes o futebol as pessoas falam que cai na mesmice ou quase que a mesma coisa, não ele faz diferente, é um cara que realmente vai além daquela mesmice que as pessoas falam todos nós somos treinadores, o brasileiros tem um pouco de treinador, aqueles caras que me metem os pitacos".
"Ele não, é um cara diferenciado em todos os aspectos, porque você comandar uma equipe de nome, uma equipe com grandes medalhões, um clube, ele comandava não só o time em si ele via no geral, a parte técnica a parte tática, a evoluição, a logística, enfim todos os tramites que existem no clube, ele tomava posse de todas as pessoas que influenciavam e que estavam inseridas no projeto, então ele realmente é um treinador diferenciado".
"E lógico que eu gosto do Felipão também, o Leão foi um grande treinador, é um grande amigo meu, e outro treinadores que eu passei, mas esses daí são os que eu mais gosto".
O DESEJO DE VOLTAR AO FUTEBOL
"Com certeza eu estaria hoje no futebol, é que eu me dediquei a família, procurei seguir uma outra linha, pelo fato de ter jogado muito tempo, 22 anos de carreira, com muita intensidade e muita determinação, viajando muito eu acabei dedicando quase 100% a minha carreira e cabei deixando o lado familiar de lado, a gente quase não aproveitou"
"Depois que eu parei, eu fiquei preguiçoso viajei pouco, acabei ficando mais do lado família e tocando a minha vida profissional empresarial em um outro ramo, mas sempre que eu posso vou ao estádio, ajudo, agora recentemente eu vou abrir uma escola de goleiros aqui em Sorocaba, isso é daqui um pouco vou abrir a escolinha já está no projeto"
"Mas é um sonho sim de passar a minha experiência, tudo o que eu vivi na área do futebol para as pessoas que estão querendo aprender, porque sempre peguei treinadores importantes e aprendi muita coisa, eu tenho a vontade sim de atuar no futebol, provavelmente agora na virada do ano para o ano que vem, eu vou tentar entrar no futebol de alguma forma"
INÍCIO NO PALMEIRAS
"Em 1989, dia 13 de janeiro de 1989 vindo de uma seleção de Osasco, onde eu estava jogando os jogos abertos e o treinador do Palmeiras me levou eu fiquei 3 meses lá em teste, graças a Deus eu passei no teste, no último minuto do jogo que teve para definir se eu ia ficar ou não eu catei dois pênaltis, fui bem na partida e acabei ficando, passei no teste e desde de então fiquei no Palmeiras até 2007".
"Então quando eu começei em 89 fiz parte da equipe de juniores, eu fui crescendo fui emprestado para o Ceilândia, fui emprestado para o Emb-Guaçu, aí me tornei profissional em 91, fui emprestado para o Ceilândia fui vice-campeão voltei e já na virada de 1991 para 1992 eu me reitegrei ao time profissional do Palmeiras, eu subi para o profissional, tive a minha famosa oportunidade, porém a oportunidade de estar no elenco, não que eu já estava definido como terceiro ou quarto goleiro".
"Eu tive que trabalhar muito durante 2 meses para me tornar o terceiro goleiro, onde o Velloso foi embora emprestado novamente o César saiu, ficou o Carlos, Ivan e eu, aí foi a minha carreira ali no Palmeiras, a cada oportunidade que aparecia eu estava aproveitando, em 1992 tudo para mim era novidade, todos os aspectos que aconteciam dentro do clube era diferenciado porque eu estava em um grande clube, no time profissional, junto com os feras".
"Quando você vai para um clube grande, você fica falando poxa vida eu estou aqui, esse momento dessa vida que eu procurei chegar, e hoje já estou no meu lugar, e agora que eu vou fazer, vou procurar aproveitar as oportunidades, aí você vai aprendendo, tudo o que passa vai aprendendo com os mais experientes".
"O clube era muito bom de trabalhar, não atrasava o salário, jogadores experientes, tudo aquela coisa, aí você vai conquistando os seus objetivos, mostrando ser um bom profissional, você sempre tem que estar treinando para ganhar a sua posição, e nesse decorrer de 92 foi mais ou menos assim, tanto é que nós chegamos na final do paulista justamente contra o São Paulo eu já estva no banco de resrva do César".
LUXEMBURGO NO VESTIÁRIO
"Cobrava muito, muito sério, cobrava bastante, ele era um cara intenso nessa hora, ele tava pilhado, ele era um cara que sempre foi pilhado, assim ao extremo, cobrança no jogo, eu aprendi muita coisa com ele, essas frases que você vê hoje, o medo de perder tira a vontade de ganhar, isso tudo é dele, realmente se você fica com o medo de perder você não ganha".
"Você não pose temer o adversário você tem que respeitar o adversário, ele falava isso então agente ia pra lá já com apreparação psicológica muito forte, que ele trabalha muito a parte psicológica, e isso era muito importante para um time, ele fazia muito bem isso".
*Facebook Sergio Goleiro