terça-feira, 16 de junho de 2026

Inglaterra reencontra Croácia oito anos depois da eliminação na Copa de 2018

Inglaterra e Croácia estreiam nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Arlington, o duelo é válido pelo Grupo L da Copa do Mundo de 2026.

confronto representa o grande teste para Inglaterra de Thomas Tuchel, que teve um caminho tranquilo nas eliminatórias, do outro lado, Zlatko Dalic comanda a veterana e perigosa Croácia. 

Espera-se uma partida equilibrada e disputada taticamente, a Inglaterra deverá  assumir a iniciativa, a Croácia  não irá recuar, já que é uma seleção habituada a jogos de elevada exigência, duelo de duas seleções com histórico de competir nas fases decisivas dos grandes torneios internacionais. 

No último confronto em Copa do Mundo, deu Croácia por 2 a 1de virada na semifinal da Copa de 2018, com maior qualidade individual a Inglaterra tem o favoritismo diante da Croácia. 

A campanha inglesa nas eliminatórias europeias foi dominante com oito vitórias em oito jogos, marcou 22 gols e não sofreu nenhum gol, destaque para goleada de 5 a 0 na Sérvia fora de casa, já a Croácia chega ao mundial depois de uma caminhada tranquila na classificatória com sete vítimas e um empate, fez 26 gols e sofreu 4 gols, só tropeçou diante da Tchéquia ao empatar por 0 a 0, em Praga, confirmando a competitividade da equipe de Dalic.

A Inglaterra tem demonstrado uma evolução significativa em grandes competições, alcançando regularmente fases avançadas, apresenta um futebol cada vez mais equilibrado entre qualidade ofensiva e segurança defensiva e tem um dos planteis mais completos da Copa.

A Croácia continua a provar que sua competitividade vai muito além de uma geração específica de jogadores, mesmo com algumas alterações no plantel ao longo dos últimos anos, os croatas mantêm a identidade baseada na qualidade técnica, inteligência tática e capacidade de gerir os diferentes momentos dos jogos.

Prováveis Escalações 

Inglaterra: Pickford; Walker, Stones, Guéhi e O' Reilly; Rice, Anderson e Bellingham; Sala, Kane e Gordon

Técnico: Thomas Tuchel

Croácia: Livakovic; Stanisic, Sutalo, Vuskovic e Gvardiol; Modric, Sucic e Kovacic; Petisco, Kramaric e Budimir

Técnico: Zlatko Dalic 

Arbitragem 

Árbitro: Clement Turpin (França)

Assistente 1: Nicolas Danos (França)

Assistente 2: Benjamin Pages (França)

4° Árbitro: Katia Itzel Garcia (México)

5° Árbitro: Sandra Ramirez (México)



segunda-feira, 15 de junho de 2026

França estreia querendo se vingar da Copa de 2022

França e Senegal estteiam nesta terça-feira (16), às 16h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o duelo é válido pelo Grupo I da Copa do Mundo de 2026.

Espera-se um duelo taticamente equilibrado, marcado pelo favoritismo técnico francês e pelo fantasma histórico de 2002, Senegal protagonizou una das maiores zebras das Copas, ao vencer por 1 a 0 a Seleção Francesa (atual campeã do mundo) na abertura da Copa de 2002. Os franceses buscam apagar essa lembrança e iniciar com o pé direito a última Copa do Mundo sob o comando de Didier Deschamps.

Apontada como uma das favoritas ao título, a França chega ao mundial em busca do tricampeonato, atual vice-campeã do mundo, aposta na força do seu elenco elenco estrelado para começar bem na Copa. 

Os Bleus chegam com força máxima no ataque composto pelo trio Mbappé, Dembélé  e Olise, na defesa conta com Saliba recuperado de lesão muscular ao lado de Upamecano, formando uma sólida dupla de zaga, no meio quem se destaca é Doué.

Embora tenha jogadores com características ofensivas, o técnico Didier Deschamps tem preferência em uma estrutura defensiva sólida, preferindo transições rápidas e letais.

Já Senegal sonha repetir o feito histórico de 2002, quando além de ganhar da França na fase de grupos, alcançou as quartas de final na sua primeira participação em Copas do Mundo. 

Os Leões de Teranga apresentam solidez e consistência defensiva, sofreram apenas 3 gols em toda as eliminatórias africanas, após desfalcar o país na Copa de 2022 por lesão, Mané lidera a equipe em campo, fará dupla de ataque com Nicolas Jackson.

A Seleção Senegalesa tentará travar o meio-campo com forte imposição física através de jogadores como: Gueye e Câmara, apostando em bolas longas e velocidade dos seus pontas.

Prováveis Escalações 

França:Maignan;Koundé, Saliba, Upamecano e Theo Hernández; Tchouaméni, Rabiot e Doué; Olise, Dembélé e Mbappé 

Técnico: Didier Deschamps 

Senegal: Mendy; Diatta, Koulibaly, Sarr e Jakobs; Câmara, Ndiaye, Diarra e Iliman; Mané e Nicolas Jackson 

Técnico: Pape Thiaw

Arbitragem 

Árbitro: Alireza Faghani (Austrália)

Assistente 1: George Lakrindis (Austrália)

Assistente 2: Andrew Lindsay (Austrália)

4° Árbitro: Sandro Shaerer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)


Bélgica com remanescentes da geração de ouro estreia na Copa de 2026

Bélgica e Egito se enfrentam nesta segunda-feira (15), às 16h (horário de Brasília), no Lumen Field, em Seattle, pela primeira rodada do Grupo G, da Copa do Mundo de 2026. 

O duelo coloca a Seleção Belga experiente e favorita liderado por De Bruyne e Lukaku, contra a Seleção Egípcia deposita suas esperanças no talento do craque Salah.  

A expectativa é da Bélgica no controle da posse de bola usando seu meio de campo criativo, já o Egito deve apostar em uma postura reativa, com transições rápidas e contra-ataques puxados por Salah.

Os europeus chegam em fase de consolidação e renovação da sua geração de ouro, enquanto os africanos são os azarões e buscam surpreender para dar um passo importante rumo a segunda fase da competição. 

A Bélgica vê esta partida como uma oportunidade de reforçar a sua reputação entre a elite mundial, repetir ou superar o histórico 3° lugar da Copa de 2018 e mostrar a maturidade tática de seu elenco evoluído pós ao grande feito da geração de ouro.

O Egito por sua vez chega ansioso para provar que este grupo pode finalmente quebrar seu histórico teto de vidro de vencer pela primeira vez em Copas e avançar para além da fase de grupos pela primeira vez em sua história na Copa do Mundo, a Copa de 2026 será a quarta participação do país em mundiais. 

A Seleção da Bélgica garantiu com sua vaga no torneio com muita antecedência, ao fazer uma campanha altamente eficiente e invicta nas eliminatórias europeias, com confiança e tranquilidade foi a 1° colocada no seu grupo, provando que sua identidade tática moderna está totalmente pronta para Copa de 2026, De Bast lesionado é única baixa da equipe para estreia. 

A Seleção do Egito garantiu sua passagem para América do Norte com uma campanha autoritária e implacável nas eliminatórias africanas, superou amplamente seus rivais de grupo para conquistar a vaga direta no torneio, na Copa de 2025 está ansiosa para mostrar a verdadeira força da sua geração.

 Prováveis Escalações 

Bélgica: Courtois; Meunier, Ngoy, Mechele e Castagne; Onana e Tielemans; Trossard, De Bruyne e Doku: Lukaku

Técnico: Rudi Garcia

Egito: Shobeir; Nany, Abdelmonem, Ibrahim e El Fotouh; Lasheen e Ateya; Salah, Ashour e Trezeguet; Marmoush

Técnico: Hossam Hassan

Arbitragem 

Árbitro: Ramon Abatti Abel (Brasil)

Assistente 1: Danilo Manis (Brasil)

Assistente 2: Rafael Alves (Brasil)

4° Árbitro: Kevin Ortega (Peru)

5° Árbitro: Michael Orue (Peru)





 



sábado, 13 de junho de 2026

Brasil estreia contra africano na Copa do Mundo de 2026

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 diante do Marrocos, neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o jogo é válido pelo Grupo C, espera-se uma partida tensa, truncada, muito física e equilibrada.

Este é o duelo mais difícil da Seleção Brasileira na fase de grupos, o Marrocos venceu por 2 a 1 no último amistoso entre as seleções há três anos atrás, em busca do hexa o Brasil terá pela primeira vez como técnico um estrangeiro na Copa do Mundo, o italiano Carlo Ancelotti.

A Seleção Brasileira confirmou a vaga no mundial com o quinto lugar nas eliminatórias sul-americanas, enquanto o Marrocos sonha em repetir o feito da Copa de 2022, quando terminou na 4° colocação, garantiu o passaporte para Copa do Mundo com o 1° lugar no seu grupo das eliminatórias da África. 

Sem Neymar, seu principal jogador, por conta da lesão na panturrilha direita, o Brasil aposta na verdade e protagonismo de Vinícius Júnior e Raphinha no ataque.

Espera-se uma Seleção Brasileira ofensiva jogando no 4 3 3, mas com cautela na defesa para não ceder contra-ataques, a única baixa no elenco foi a saída do lateral direito Wesley, por lesão na coxa esquerda, o volante  Éderson foi convocado para substitui-lo na Copa.

O Marrocos tem um time técnico e veloz e mantêm a boa base da Copa de 2022, contam com o talento de Brahim Dias (Real Madrid) e a velocidade de Halimi (PSG), gostam de propor um jogo intenso e de transição muito rápida.

A Seleção de Marrocos sofreu com as lesões do zagueiro Aguerd e do atacante Ezzalzouli estão de fora do torneio, assim foram convocados Saâdane e Sbai, provavelmente serão titulares na estreia da Copa de 2026, os jogadores marroquinos são das mesmas posições dos que foram cortados.

Em Copas do Mundo o único confronto foi na Copa de 1998 na França, 3 x 0 para o Brasil pela fase de grupos, gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.

Prováveis Escalações 

Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha 

Técnico: Carlo Ancelotti

Marrocos: Bounou; Hakimi, Riad, Saâdane e Mazraoui; El Aynaoui, Ounahi, El Khannouss e Brahim Diaz; Saibari e Sabai

Técnico: Mohamed Ouahbi

Arbitragem 

Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)

Assistente 1: Tomaz Klancnik (Eslovênia)

Assistente 2: Andras Kovacic (Eslovênia)

4° Árbitro: Sandro Shearer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Eua é o terceiro país-sede a estrear na Copa de 2026

Eua e Paraguai se enfrentam nesta sexta-feira (12), às 22h (horário de Brasília), no Sofi Stadium, em Los Angeles, o duelo é válido pelo Grupo D, marcando a estreia das seleções na Copa do Mundo de 2026.

A expectativa é de um duelo tático equilibrado, com amplo favoritismo territorial para os norte-americanos, o evento contará com uma cerimônia de abertura estrelada por Paty Perry e Anita, às seleções se enfrentaram pela última vez em um amistoso em novembro de 2025, com vitória norte-americana por 2 a 1.

Por ser um dos países-sede da Copa de 2026, os Eua garantiram a vara na competição sem a necessidade de disputar as eliminatórias da Concacaf, já o Paraguai carimbou o passaporte ao terminar na sexta colocação nas eliminatórias sul-americanos, ficando com a última vaga direta para o torneio. 

Os Eua chegam com a obrigação de vencer diante da sua torcida, vem embalado por uma sequência invicta no fim do ciclo preparatório, promete ser uma equipe agressiva, com transições rápidas e forte presença física, a força criativa passa por Pulisic (Milan) e McKennie ( Juventus).

O Paraguai está de volta a Copa do Mundo após 16 anos, aposta na defesa extremamente sólida e compacta, nas eliminatórias venceu Brasil e Argentina.

Júlio Enciso se lesionou no último amistoso preparatório e está fora, Maurício (Palmeiras) deve ser o seu substituto, a além dele a Seleção Paraguaia tem outros conhecidos do futebol brasileiro como: Gatito Fernández ex-Botafogo, Gustavo Gómez (Palmeiras), Junior Alonso (Atlético Mineiro), Bobadilla (São Paulo), Ramon Sosa (Palmeiras) e Isidro Pitta (RB Bragantino).

O jogo promete ser de poucos gols, os Eua devem manter o domínio da posse de bola, enquanto o Paraguai apostará em um bloco defensivo baixo e contra-ataques cirúrgicos liderado por Almirón.

Prováveis Escalações 

Eua: Freese; Freeman, Ream, Miles e Robinson; Tilman, Dest, Adams, McKennie e Pulisic; Balogun

Técnico: Maurício Pochettino

Paraguai: Gatito Fernández; Cáceres, Gustavo Gómez, Alderete e Júnior Alonso; Kaku, Cubas, Diego Gómez e Almirón; Maurício e Sanabria

Técnico: Gustavo Álvaro

Arbitragem 

Árbitro: Danny Makkelie (Holanda)

Assistente 1: Hesse Steegstra (Holanda)

Assistente 2: Jan De Vries (Holanda)

4° Árbitro: Yusuke Araki (Japão)

5° Árbitro: Jun Mihara (Japão)

VAR: Carlos del Cerro Grande (Espanha)

AVAR: Dennis Higler (Holanda)

AVAR2: Khamis Almarri (Catar)     

quinta-feira, 11 de junho de 2026

México e África do Sul abrem a Copa do Mundo de 2026

A abertura da Copa do Mundo de 2026 será entre México e  África do Sul, na quinta-feira (11), às 16h (horário de Brasília), o duelo é repetição do jogo inaugural da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul há exato 16 anos atrás, na oportunidade a partida terminou em 1 a 1 no Soccer City, em Joanesburgo. 

O Estádio Azteca é o primeiro da história das Copas a sediar três aberturas de Copa do Mundo em 1970, 1986 e 2026, teremos três cerimónias de abertura uma em cada país-sede Canadá, EUA e México. 

Na cerimônia de abertura no México teremos elementos tradicionais como: música, dança e referências à cultura local incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo. Artistas confirmados: Shakira, Burna Bit, Alejandro Fernández, Belinda, Nanny Ocean, J Baldwin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

A partida de abertura da Copa de 2026 entre México e África do Sul válida pelo Grupo A promete ser um jogo tenso e de contrastes táticos, o favoritismo é dos donos da casa que com apoio da sua torcida partirão para o ataque, enquanto a África do Sul aposta em transições rápidas e velocidade para contra-atacar, jogos de abertura costumam ter nervosismo e poucos gols.

O México aposta na experiência de Raul Jiménez no ataque e na solidez defensiva, tendo sofrido dois gols nos últimos oito jogos.

 A África do Sul foca em transições rápidas e na química de um elenco que joga junto há mais tempo (base do Mamelodi Sundowns) tendo o atacante Lyle Foster como principal esperança de gol.

Prováveis Escalações 

México: Rangel; Sánchez, Montes, Vásquez e Gallardo; Lira, Alvarado, Gutierrez, Fidalgo e Quiñones; Raul Jiménez 

Técnico: Javier Aguirre

África do Sul: Williams; Mudau, Mbozaki, Okon e Modiba; Mbatha e Mokoena; Appollis, Mofokeng e Moremi; Lyle Foster

Técnico Hugo Broos

Arbitragem 

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Brasil)

Assistente 1: Bruno Pires de Sá (Brasil)

Assistente 2: Bruno Boschilia (Brasil)

4° Árbitro: Juan Gabriel Benitez (Paraguai)

5° Árbitro: Eduardo Cardozo (Paraguai)

VAR: Nicolas Galo (Colômbia)

AVAR : Juan Lara (Chile)

AVAR 2: Jérôme Brisard (França)

sábado, 6 de junho de 2026

O segundo passo no título da Copa de 1958

A adversária do Brasil no segundo jogo da Copa de 1958, foi a forte Inglaterra, uma das favoritas ao título na Suécia, e a partida não foi nada fácil para Seleção Brasileira.

A Seleção Brasileira teve pela frente o inventores do futebol na sua segunda partida na Copa do Mundo de 1958 (Suécia), pelo Grupo 4, diferente da tranquila estreia diante da Áustria, o duelo contra os ingleses era de extrema dificuldade para o Brasil, no dia 11 de junho, no Estádio de Nua Ullevi, em Gotemburgo, um duro e sofrido empate por 0 a 0 contra a Inglaterra.

Apesar da boa vitória na estreia diante da Áustria por 3 a 0, o técnico Vicente Feola fez uma mudança na equipe titular, sacou Dida e colocou Vavá, Feola havia recebido informações sobre o forte sistema defensivo inglês, por isso, resolveu mexer no ataque brasileiro. Para o duelo contra os ingleses o Brasil percorreu apenas 35 km de Hindas até Gotemburgo, diferente dos 117 km do jogo anterior até Udevalla. 

Para Inglaterra ainda pesava o dramático acidente aéreo no aeroporto de Munique na Alemanha, no dia 6 de fevereiro, que matou oito jogadores do Manchester United, entre os sobreviventes, estava Bobby Charlton, que em oito anos depois foi o grande destaque na conquista inglesa em casa na Copa do Mundo de 1966, Tommy Taylor, ídolo e artilheiro da Seleção Inglesa, foi um dos mortos no fatídico acidente. 

O jogo foi um duro teste para o Brasil logo na segunda partida na competição, a Seleção Brasileira encontrou muita dificuldade para passar pela forte defesa inglesa, o futebol inglês era pouco criativo, tinha os cruzamentos na área adversária como sua principal jogada de ataque, apostando na altura do centroavante Kevan.

A partida se tornou ataque contra defesa, com os brasileiros buscando a vitória e os ingleses desejando não perder, com o passar do tempo o duelo se tornou nervoso para os dois lados com o placar zerado, o goleiro Mcdonald foi uma muralha, barrando as várias finalizações do ataque brasileiro, contribuindo para o primeiro 0 a 0 da história das Copas,  por outro lado o grande jogador Kevan, deu muito trabalho à defesa brasileira, decepcionando os 40.895 presentes no Nua Ullevi.

Se a forte defesa inglesa foi motivo para o técnico Vicente Feola mudar o ataque brasileiro, na defesa a grande preocupação era com Kevan, Gilmar foi alertado na véspera do jogo pelo goleiro Lev Yasmin, goleiro da União Soviética: "Cuidado com o centroavante inglês, o Kevan, que é muito desleal. Entra nos goleiros dando cotoveladas e empurrões. E ainda costuma cuspir nos adversários."

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Vavá, Mazola e Zagallo                    

Técnico: Vicente Feola 

Inglaterra (2 3 5) - Mcdonald; Howe e Wright; Banks, Champ e Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes e Acourt            

Técnico: Walter Winterbottom

As curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Na Copa de 1958, Pelé tinha 1,67 m de altura e 59 kg, já na Copa de 1970, ele apresentava 1.70 m e 68 kg, essa é a comparação do rei da sua primeira a última Copa disputada.

O empate por 0 a 0 diante da Inglaterra na Copa de 1958, além de ter sido o primeiro jogo em Copas sem gol, foi a primeira vez que a Seleção Brasileira terminou um jogo de Copa sem marcar gol.

Enquanto os brasileiros comemoravam o título da Copa do Mundo de 1958 na Suécia, o dentista da delegação brasileira, Mário Trigo, abraçou efusivamente o rei Gustavo, e o saudou com: "E aí, King, tudo bem", o monarca sueco ficou atônito sobre a frase dita pelo brasileiro.






sexta-feira, 29 de maio de 2026

A estreia do Brasil na conquista da primeira estrela

O início da caminhada da Seleção Brasileira na primeira conquista da Copa do Mundo em 1958 na Suécia, foi de forma tranqüila com goleada de 3 a 0 diante da Áustria. 

O Brasil na Copa do Mundo de 1958 (Suécia) fez parte do Grupo 4 com Áustria,
Inglaterra e União Soviética, iniciou a campanha na conquista da primeira estrela, no dia 8 de julho, no Estádio Rimmewallen, em Udevalla, estreia com o pé direito vitória por 3 a 0 diante da Áustria, gols de Mazolla (2) e Nilton Santos.

A Seleção Brasileira chegou à Suécia sem despertar interesse da imprensa e do público, ficou concentrada em um hotel à beira de um belo lago na cidade de Hindas, que fica a 117 km de Udevalla, as favoritas ao título eram Inglaterra, Alemanha (campeã de 1954) e União Soviética (ouro na Olimpíada de Melbourne 1956). 

O adversário da estreia a Áustria não tinha nenhum brilho, as 21 mil pessoas que compareceram no Rimmewallen na pequena cidade de Udevalla não saíram decepcionados, depois de um começo nervoso o Brasil dominou o duelo e abriu o placar com Mazzola aos 38 minutos, 1 a 0 no placar.

No segundo tempo a Seleção Brasileira continuou com o domínio da partida e logo aos 6 minutos Nilton Santos ampliou para 2 a 0, o detalhe é que ele avançou da defesa para o ataque para marcar o gol, enquanto o técnico Vicente Feola gritava desesperado do banco "Volta, Nilton, volta!", o jogador do Botafogo não deu ouvido a Feola e fez um golaço, ainda teve tempo para o 3° gol novamente com Mazolla aos 44 minutos, vitória convincente e de goleada, a primeira das três na Copa da Suécia. 

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Dida e Zagallo

Técnico: Vicente Feola

Áustria (2 3 5) - Szanwaid; Halla e Happel; Swoboda, Hanappi e Koller; Horak, Senekowisch, Buzek, Korner e Schleger

Técnico: Josef Argauer

Curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Foi Vicente Feola que criou o esquema tático 4 3 3 na Copa de 1958, ao colocar Zagallo jogando mais atrás. 

Dos 22 jogadores convocados apenas seis não entraram em campo, foram eles: Castilho (Fluminense), Mauro (São Paulo), Zózimo (Bangu), Oreco (Corinthians), Moacir (Flamengo) e Pepe (Santos).

O goleiro Gilmar usou a camisa 3 por erro na inscrição, Garrincha usou a 11 e Zagallo, a 7, e o destino reservou a camisa 10 ao jovem Pelé. 


terça-feira, 5 de maio de 2026

Final grená no Paulista A2

Juventus e Ferroviária garantiram o acesso ao Paulistão 2027, as duas equipes tem a cor grená nas suas camisas e farão a decisão inédita no ano que o duelo completa 70 anos de história. 

A final do Campeonato Paulista Série A2 (2° divisão de São Paulo) será grená com Juventus e Ferroviária, garantidos na Série A1 em 2027 agora vão em busca de mais um título da Série A2, a equipe da capital venceu pela última vez a competição em 2005 e buscará o tricampeonato, já o time de Araraquara tem em 2015 o seu último título do campeonato e almeja o tetracampeonato. 

As curiosidades dessa final são: as duas equipes que tem a cor grená nas suas camisas, pela primeira vez se enfrentam em uma decisão de campeonato, Safs (Sociedades Anônimas do Futebol) e estavam no mesmo grupo na 2° Fase, a Ferroviária irá decidir o título em casa e a igualdade no placar agregado, pelo fato de ter a melhor campanha geral no campeonato com 44 pontos conquistados contra 39 pontos do Juventus, que fará o jogo de ida na Javari no dia 7 de maio às 10h, a partida da volta será na Arena da Fonte Luminosa em 13 de maio ás 19h15.

O Juventus se classificou para segunda fase na do Paulista A2 na última rodada da primeira fase ao ficar no 7° lugar com 23 pontos, enquanto a Ferroviária teve uma classificação tranquila no 2° lugar com 28 pontos, nas semifinais o moleque travesso eliminou a Votuporanguense ao vencer por 2 a 1 em casa e empatar por 0 a 0 fora de casa, já a Ferrinha passou pelo Ituano vencendo em Itu por 1 a 0 e empatou por 1 a 1 em Araraquara.

Em 2005 o Juventus disputou a sua última final de Paulista Série A2 e levou a melhor sobre o Noroeste por 2 a 1 na Rua Javari, já a Ferroviária volta a decisão 60 anos depois, quando em 1966 superou o XV de Piracicaba em dois jogos no Pacaembu por 2 a 1 no agregado (1 a 1 e 1 a 0), no último título em 2015 a Ferrinha levou a melhor sobre o Novorizontino na disputa por pontos corridos.

Foi em outubro de 2025 que o Juventus se tornou SAF (Sociedade Anônima de Futebol). O grupo Contea Capital adquiriu 90% das ações do futebol por R$ 480 milhões, contribuindo para formação de um elenco jovem e barato, a SAF da Ferroviária e do grupo Bertolucci desde janeiro de 2022.

A Ferroviária tem o melhor ataque da competição com 33 gols, o elenco é formado por muitos atletas das divisões de base do clube, a folha salarial mensal é R$ 700 mil, a maior da Série A2, além do Paulista a equipe disputa o Campeonato Brasileiro da Série C.

O moleque travesso tem uma folha salarial bem abaixo da Ferrinha, com aproximadamente R$ 415 mil, o time da capital paulista não disputa nenhuma divisão nacional, a partir de julho disputará a Copa Paulista, está no Grupo 3, ao lado do Paulista de Jundiaí, Osasco Sporting e Primavera, o campeonato será definido em outubro, o campeão terá o direito de escolher entre uma vaga na Série D ou na Copa do Brasil de 2027, a quarta divisão nacional é a oportunidade de um calendário maior para a próxima temporada. 

Campanhas dos finalistas 

Juventus 

1° Fase - 7° lugar - 23 pontos

2° Fase - 2° lugar no Grupo 3  - 12 pontos

Semifinal 

Juventus 2 x 1 Votuporanguense 

Votuporanguense 0 x 0 Juventus 

23 j - 11 v, 8 e, 4 d  

31 gols marcados e 25 gols sofridos 

Ferroviária 

1° Fase - 2° lugar - 28 pontos

2° Fase - 1° lugar - 12 pontos

Semifinal

Ituano 0 x 1 Ferroviária 

Ferroviária 1 x 1 Ituano

23 j - 13 v, 7 e, 3 d 

33 gols marcados e 18 gols sofridos 


Na história são 79 jogos e a vantagem é da Ferroviária com 32 vitórias contra 23 triunfos do Juventus e 24 empates, com 37 partidas em São Paulo e 42 duelos em Araraquara, a Ferrinha marcou 119 gols e o moleque travesso 92 tentos, a última vez que se enfrentaram foi no dia 15 de abril na Arena Fonte Luminosa em Araraquara, e deu Ferroviária por 1 a 0, no duel válido o pela 6° Rodada da 2° Fase do Paulista A2.

A última vez que o Juventus disputou o Paulistão foi em 2008 e a Ferroviária foi mais recente em 2023.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Itália está fora da Copa do Mundo de 2026

A seleção italiana não conseguiu se classificar para Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, a tetracampeã mundial esteve de fora das edições de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).

A Itália voltou a decepcionar os italianos ao não se classificar para mais uma Copa do Mundo, dessa vez a algoz foi a Bósnia e Herzegovina na repescagem das eliminatórias europeias, no dia 31 de março eliminou a seleção italiana no Estádio Bilino Polje em Zenica, após empate por 1 a 1 ( tempo regulamentar e prorrogação) nos pênaltis vitória bósnia em casa por 4 a 1, garantindo o país na Copa do Mundo de 2026 (Eua, México e Canadá), já a azurra tornou-se a primeira seleção campeã do mundo a ficar fora de três Copas seguidas.

É inacreditável como a Itália está fora de mais uma Copa do Mundo, depois de ter sido eliminada das Copas de 2018 e 2022 por Suécia e Macedônia do Norte, a tetracampeã mundial foi superada pela Bósnia e Herzegovina e não estará na Copa do Mundo em 2026, uma decepção imensurável aos italianos que ficaram incrédulos com mais uma ausência da sua seleção na Copa, a última vez que a azurra disputou um mundial foi em 2014 no Brasil, que também foi marcada pela estreia da Bósnia e Herzegovina em Copas, os bósnios vão para segunda Copa da sua historia na América do Norte.

Todas as eliminações da Itália foram traumáticas para os italianos, devido ao fato da seleção italiana ter que disputar a repescagem das eliminatórias europeias, sendo a última disputa por uma vaga na Copa  a mais dolorosa pois a azurra foi eliminada nos pênaltis. 

Agora a Itália se junta a Inglaterra e Argentina, como as seleções campeãs do mundo com três ausências seguidas em Copas do Mundo, os ingleses ficaram de fora das Copas de 1930 (Uruguai), 1934 (Itália) e 1938 (França), por não serem filiados à FIFA, já os argentinos boicotaram a edição de 1938 e por motivos políticos desistiram dos mundiais de 1950 (Brasil) e 1954 (Suiça).

Só resta aos italianos esperar por 2030, quando poderão quebtar o jejum de 16 anos de fora da Copa do Mundo e como diz o ditado "Depois da tempestade vem a bonança", essa é a esperança da Itália para acabar com a expressão "maré de decepções".

 




Inglaterra reencontra Croácia oito anos depois da eliminação na Copa de 2018

Inglaterra e Croácia estreiam nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Arlington, o duelo é válido pel...