segunda-feira, 22 de junho de 2026

França vai buscar classificação antecipada na Copa de 2026

França e Iraque se enfrentam pela 2° Rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira (22), às 18h (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, espera-se um duelo de "David contra Golias", com amplo favoritismo para Seleção da França. 

Seleção Francesa vai em busca da classificação antecipada nos 16 avós de final depois da vencer Senegal na estreia por 3 a 1, já a Seleção Iraquiana almeja surpreender para se redimir da derrota por 4 a 1 diante da Noruega no seu primeiro jogo no mundial. 

Os franceses foram dominados por Senegal no 1° tempo, mas no 2° tempo Deschamps fez uma mudança tática, recuou Pois é para o centro e liberou Dembélé para o lado direito de ataque, abrindo espaços fatais para Mbappé marcar duas vezes e Barcola fechou o placar vindo do banco de reservas, a vitória hoje garante matematicamente a vaga nos 16 avos de final com um jogo de antecedência. 

O Iraque voltou ao mundial após 40 anos, a estreia foi cruel, até conseguiu empatar com Hussein, depois no 2° tempo sofreu mais três gols, com o próprio Hussein fechando o placar com um gol contra, a missão iraquiana é sair do mundial com algum resultado positivo para justificar os sacrifícios feitos para chegar na Copa de 2026, o técnico Graham Arnold morou oito meses em Bagdá para preparar a Seleção Iraquiana. 

Este será o 1° jogo na história entre as seleções, que não se enfrentaram nem em amistoso. 

Mbappé tem 14 gols em mundiais e busca alcançar o recorde de Messi e Klose que tem 16 gols marcados em Copas do Mundo, Didier Deschamps estuda promover duas mudanças na equipe com as entradas de Koné e Barcola nas vagas de Tchouaméni e Doué, buscando sufocar o Iraque desde o início do confronto. 

Embora saiba da disparidade técnica da sua equipe diante da França, o técnico Graham Arnold, afirmou  que o Iraque vai entrar com "Energia Máxima" tentando buscar um milagre para pontuar e seguir vivo no torneio, vem sem mudanças para o duelo, a Seleção Iraquiana tem quatro derrotas em quatro jogos em Copas.

Prováveis Escalações 

França:Maignan;Koundé,Saliba,Upamecano e Theo Hernández; Rabiot, Koné; Dembélé, Olise e Barcola; Mbappé.

Técnico: Didier Deschamps 

Iraque: Hassan; Ali, Tahseen, Hashem e Doski; Bayesh, Al-Ammari, Iqbal e Jasim; Hussein e Al-Hamadi.

Técnico: Graham Arnold 

Arbitragem 

Árbitro: Drew Fischer (Canadá)

Assistente 1: Michael Barwedegen (Canadá)

Assistente 2: Lyes Arfa (Canadá)

4° Árbitro: Sandro Shearer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)

VAR: Joe Dickerson (EUA)

AVAR: Antonio Garcia (Uruguai)

AVAR 2: Juan Soto (Venezuela)

Com show de Garrincha, Brasil vence mais uma na Copa de 1958

O terceiro passo brasileiro rumo ao título mundial, contou com um show a parte do camisa 11 brasileiro que enlouqueceu os soviéticos em campo, na vitória por 2 a 0, garantindo a classificação para as quartas de final.

A terceira partida do Brasil pelo Gripo 4 na Copa do Mundo de 1958 na Suécia, foi marcada pela grande atuação de Garrincha, que entortou os soviéticos com os seus dribles desconcertantes, ele foi uma das três mudanças na Seleção Brasileira para o duelo do dia 15 de junho, e mais uma vez jogando no Estádio de Nua Ullevi, em Gotemburgo, vitória brasileira por 2 a 0 diante da temida União Soviética, uma das favoritas ao título, com dois gols de Vavá.

O empate por 0 a 0 diante da Inglaterra deixou os brasileiros apreensivos, uma comissão de jogadores, tendo a frente Didi, Bellini e Nílton Santos, pediu a entrada de Garrincha e Pelé no time, Zito já estava escalado, até porque Dino Sani estava contundido, Feola tinha resistência aos atacantes brasileiros, com Pelé era os seus 17 anos e vinha de uma contusão, quanto a Garrincha, o técnico não confiava, mas os jogadores foram insistentes e convenceram o treinador. 

Para as entradas de Garrincha e Pelé, foram sacados Joel e Mazzola, eram mudanças importantes no meio-campo e no atacante da equipe que iniciou o jogo com a Inglaterra, a tarde era mesmo de Garrincha, logo no primeiro lance do jogo ele deixou Kuznetsov e Krijevski perdidos com seus dribles, o camisa 11 do Brasil acabou com o lado esquerdo da defesa soviética, deixando claro que os jogadores brasileiros estavam certos de o pedirem no time titular. 

No Estádio de Nya Ullevi, os 50.928 presentes viram logo no início do jogo Garrincha diblar várias vezes Kusnetsov, obrigando o técnico Gavriil Kachalin a pedir reforço na marcação do ponta-direita brasileiro de Krijevski, o que não adiantou pois o camisa 11 do Brasil diblou os dois e cruzou para Didi, ajeitar sutilmente para Vavá fazer o 1 a 0 aos 2 minutos de jogo, a Seleção Brasileira mostrava que vinha em busca de mais uma vitória na Copa de 1958.

Os jogadores do lado esquerdo da defesa soviética tinha em Garrincha o seu inferno astral, o ponta-direita estava infernal, percebendo a cintura dura de seus marcadores, ele se divertia com a bola nos pés, gingando, driblando, enganando os atônitos soviéticos, era o camisa 11 dando o seu show a parte e enlouquecendo os adversários.

Com o camisa 11 inspirado o Brasil era melhor em campo, mas não conseguiu ampliar o placar no primeiro tempo, o segundo gol saiu apenas aos 31 minutos do segundo tempo novamente com Vavá, depois de mais uma jogada genial iniciada pelo ponta-direita, definindo o placar do jogo em 2 a 0  para Seleção Brasileira, avançando a fase de mata-mata em 1° lugar do Grupo 4 com 5 pontos. 

Se Garrincha foi grande destaque do jogo com seus dribles desconcertantes, Pelé outro que foi pedido pelo jogadores para ser titular diante da União Soviética, voltando de contusão sofrida no jogo de despedida da Seleção no Brasil, teve uma atuação apagada, um ou outro bom lance, nada que levasse a acreditar que ele ainda poderia fazer de espetacular na Copa e que depois se tornaria o Rei do Futebol. 

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. 

Técnico: Vicente Feola 

União Soviética (2 3 5) - Yasshin; Kessarev e Krijevski; Kusnetsov, Voinov e Tsayev; Ivanov, Valentine, Simonyan, Igor Netto e Ilyin.

Técnico: Gavriil Kachalin


terça-feira, 16 de junho de 2026

Inglaterra reencontra Croácia oito anos depois da eliminação na Copa de 2018

Inglaterra e Croácia estreiam nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Arlington, o duelo é válido pelo Grupo L da Copa do Mundo de 2026.

confronto representa o grande teste para Inglaterra de Thomas Tuchel, que teve um caminho tranquilo nas eliminatórias, do outro lado, Zlatko Dalic comanda a veterana e perigosa Croácia. 

Espera-se uma partida equilibrada e disputada taticamente, a Inglaterra deverá  assumir a iniciativa, a Croácia  não irá recuar, já que é uma seleção habituada a jogos de elevada exigência, duelo de duas seleções com histórico de competir nas fases decisivas dos grandes torneios internacionais. 

No último confronto em Copa do Mundo, deu Croácia por 2 a 1de virada na semifinal da Copa de 2018, com maior qualidade individual a Inglaterra tem o favoritismo diante da Croácia. 

A campanha inglesa nas eliminatórias europeias foi dominante com oito vitórias em oito jogos, marcou 22 gols e não sofreu nenhum gol, destaque para goleada de 5 a 0 na Sérvia fora de casa, já a Croácia chega ao mundial depois de uma caminhada tranquila na classificatória com sete vítimas e um empate, fez 26 gols e sofreu 4 gols, só tropeçou diante da Tchéquia ao empatar por 0 a 0, em Praga, confirmando a competitividade da equipe de Dalic.

A Inglaterra tem demonstrado uma evolução significativa em grandes competições, alcançando regularmente fases avançadas, apresenta um futebol cada vez mais equilibrado entre qualidade ofensiva e segurança defensiva e tem um dos planteis mais completos da Copa.

A Croácia continua a provar que sua competitividade vai muito além de uma geração específica de jogadores, mesmo com algumas alterações no plantel ao longo dos últimos anos, os croatas mantêm a identidade baseada na qualidade técnica, inteligência tática e capacidade de gerir os diferentes momentos dos jogos.

Prováveis Escalações 

Inglaterra: Pickford; Walker, Stones, Guéhi e O' Reilly; Rice, Anderson e Bellingham; Sala, Kane e Gordon.

Técnico: Thomas Tuchel

Croácia: Livakovic; Stanisic, Sutalo, Vuskovic e Gvardiol; Modric, Sucic e Kovacic; Petisco, Kramaric e Budimir.

Técnico: Zlatko Dalic 

Arbitragem 

Árbitro: Clement Turpin (França)

Assistente 1: Nicolas Danos (França)

Assistente 2: Benjamin Pages (França)

4° Árbitro: Katia Itzel Garcia (México)

5° Árbitro: Sandra Ramirez (México)



segunda-feira, 15 de junho de 2026

França estreia querendo se vingar da Copa de 2022

França e Senegal estreiam nesta terça-feira (16), às 16h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o duelo é válido pelo Grupo I da Copa do Mundo de 2026.

Espera-se um duelo taticamente equilibrado, marcado pelo favoritismo técnico francês e pelo fantasma histórico de 2002, Senegal protagonizou una das maiores zebras das Copas, ao vencer por 1 a 0 a Seleção Francesa (atual campeã do mundo) na abertura da Copa de 2002. Os franceses buscam apagar essa lembrança e iniciar com o pé direito a última Copa do Mundo sob o comando de Didier Deschamps.

Apontada como uma das favoritas ao título, a França chega ao mundial em busca do tricampeonato, atual vice-campeã do mundo, aposta na força do seu elenco elenco estrelado para começar bem na Copa. 

Os Bleus chegam com força máxima no ataque composto pelo trio Mbappé, Dembélé  e Olise, na defesa conta com Saliba recuperado de lesão muscular ao lado de Upamecano, formando uma sólida dupla de zaga, no meio quem se destaca é Doué. Embora tenha jogadores com características ofensivas, o técnico Didier Deschamps tem preferência em uma estrutura defensiva sólida, preferindo transições rápidas e letais.

Senegal sonha repetir o feito histórico de 2002, quando além de ganhar da França na fase de grupos, alcançou as quartas de final na sua primeira participação em Copas do Mundo. Os Leões de Teranga apresentam solidez e consistência defensiva, sofreram apenas 3 gols em toda as eliminatórias africanas, após desfalcar o país na Copa de 2022 por lesão, Mané lidera a equipe em campo, fará dupla de ataque com Nicolas Jackson.

A Seleção Senegalesa tentará travar o meio-campo com forte imposição física através de jogadores como: Gueye e Câmara, apostando em bolas longas e velocidade dos seus pontas.

Prováveis Escalações 

França:Maignan;Koundé, Saliba, Upamecano e Theo Hernández; Tchouaméni, Rabiot e Doué; Olise, Dembélé e Mbappé.

Técnico: Didier Deschamps 

Senegal: Mendy; Diatta, Koulibaly, Sarr e Jakobs; Câmara, Ndiaye, Diarra e Iliman; Mané e Nicolas Jackson.

Técnico: Pape Thiaw

Arbitragem 

Árbitro: Alireza Faghani (Austrália)

Assistente 1: George Lakrindis (Austrália)

Assistente 2: Andrew Lindsay (Austrália)

4° Árbitro: Sandro Shaerer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)


Bélgica com remanescentes da geração de ouro estreia na Copa de 2026

Bélgica e Egito se enfrentam nesta segunda-feira (15), às 16h (horário de Brasília), no Lumen Field, em Seattle, pela primeira rodada do Grupo G, da Copa do Mundo de 2026. 

O duelo coloca a Seleção Belga experiente e favorita liderado por De Bruyne e Lukaku, contra a Seleção Egípcia deposita suas esperanças no talento do craque Salah.  

A expectativa é da Bélgica no controle da posse de bola usando seu meio de campo criativo, já o Egito deve apostar em uma postura reativa, com transições rápidas e contra-ataques puxados por Salah.

Os europeus chegam em fase de consolidação e renovação da sua geração de ouro, enquanto os africanos são os azarões e buscam surpreender para dar um passo importante rumo a segunda fase da competição. 

A Bélgica vê esta partida como uma oportunidade de reforçar a sua reputação entre a elite mundial, repetir ou superar o histórico 3° lugar da Copa de 2018 e mostrar a maturidade tática de seu elenco evoluído pós ao grande feito da geração de ouro.

O Egito por sua vez chega ansioso para provar que este grupo pode finalmente quebrar seu histórico teto de vidro de vencer pela primeira vez em Copas e avançar para além da fase de grupos pela primeira vez em sua história na Copa do Mundo, a Copa de 2026 será a quarta participação do país em mundiais. 

A Seleção da Bélgica garantiu com sua vaga no torneio com muita antecedência, ao fazer uma campanha altamente eficiente e invicta nas eliminatórias europeias, com confiança e tranquilidade foi a 1° colocada no seu grupo, provando que sua identidade tática moderna está totalmente pronta para Copa de 2026, De Bast lesionado é única baixa da equipe para estreia. 

A Seleção do Egito garantiu sua passagem para América do Norte com uma campanha autoritária e implacável nas eliminatórias africanas, superou amplamente seus rivais de grupo para conquistar a vaga direta no torneio, na Copa de 2025 está ansiosa para mostrar a verdadeira força da sua geração.

 Prováveis Escalações 

Bélgica: Courtois; Meunier, Ngoy, Mechele e Castagne; Onana e Tielemans; Trossard, De Bruyne e Doku: Lukaku.

Técnico: Rudi Garcia

Egito: Shobeir; Nany, Abdelmonem, Ibrahim e El Fotouh; Lasheen e Ateya; Salah, Ashour e Trezeguet; Marmoush.

Técnico: Hossam Hassan

Arbitragem 

Árbitro: Ramon Abatti Abel (Brasil)

Assistente 1: Danilo Manis (Brasil)

Assistente 2: Rafael Alves (Brasil)

4° Árbitro: Kevin Ortega (Peru)

5° Árbitro: Michael Orue (Peru)





 



sábado, 13 de junho de 2026

Brasil estreia contra africano na Copa do Mundo de 2026

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 diante do Marrocos, neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o jogo é válido pelo Grupo C, espera-se uma partida tensa, truncada, muito física e equilibrada.

Este é o duelo mais difícil da Seleção Brasileira na fase de grupos, o Marrocos venceu por 2 a 1 no último amistoso entre as seleções há três anos atrás, em busca do hexa o Brasil terá pela primeira vez como técnico um estrangeiro na Copa do Mundo, o italiano Carlo Ancelotti.

A Seleção Brasileira confirmou a vaga no mundial com o quinto lugar nas eliminatórias sul-americanas, enquanto o Marrocos sonha em repetir o feito da Copa de 2022, quando terminou na 4° colocação, garantiu o passaporte para Copa do Mundo com o 1° lugar no seu grupo das eliminatórias da África. 

Sem Neymar, seu principal jogador, por conta da lesão na panturrilha direita, o Brasil aposta na verdade e protagonismo de Vinícius Júnior e Raphinha no ataque. Espera-se uma Seleção Brasileira ofensiva jogando no 4 3 3, mas com cautela na defesa para não ceder contra-ataques, a única baixa no elenco foi a saída do lateral direito Wesley, por lesão na coxa esquerda, o volante  Éderson foi convocado para substitui-lo na Copa.

O Marrocos tem um time técnico e veloz e mantêm a boa base da Copa de 2022, contam com o talento de Brahim Dias (Real Madrid) e a velocidade de Halimi (PSG), gostam de propor um jogo intenso e de transição muito rápida. Sofreu com as lesões do zagueiro Aguerd e do atacante Ezzalzouli estão de fora do torneio, assim foram convocados Saâdane e Sbai, provavelmente serão titulares na estreia da Copa de 2026, os jogadores marroquinos são das mesmas posições dos que foram cortados.

Em Copas do Mundo o único confronto foi na Copa de 1998 na França, 3 x 0 para o Brasil pela fase de grupos, gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.

Prováveis Escalações 

Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha.

Técnico: Carlo Ancelotti

Marrocos: Bounou; Hakimi, Riad, Saâdane e Mazraoui; El Aynaoui, Ounahi, El Khannouss e Brahim Diaz; Saibari e Sabai.

Técnico: Mohamed Ouahbi

Arbitragem 

Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)

Assistente 1: Tomaz Klancnik (Eslovênia)

Assistente 2: Andras Kovacic (Eslovênia)

4° Árbitro: Sandro Shearer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Eua é o terceiro país-sede a estrear na Copa de 2026

Eua e Paraguai se enfrentam nesta sexta-feira (12), às 22h (horário de Brasília), no Sofi Stadium, em Los Angeles, o duelo é válido pelo Grupo D, marcando a estreia das seleções na Copa do Mundo de 2026.

A expectativa é de um duelo tático equilibrado, com amplo favoritismo territorial para os norte-americanos, o evento contará com uma cerimônia de abertura estrelada por Paty Perry e Anita, às seleções se enfrentaram pela última vez em um amistoso em novembro de 2025, com vitória norte-americana por 2 a 1.

Por ser um dos países-sede da Copa de 2026, os Eua garantiram a vara na competição sem a necessidade de disputar as eliminatórias da Concacaf, já o Paraguai carimbou o passaporte ao terminar na sexta colocação nas eliminatórias sul-americanos, ficando com a última vaga direta para o torneio. 

Os Eua chegam com a obrigação de vencer diante da sua torcida, vem embalado por uma sequência invicta no fim do ciclo preparatório, promete ser uma equipe agressiva, com transições rápidas e forte presença física, a força criativa passa por Pulisic (Milan) e McKennie ( Juventus).

O Paraguai está de volta a Copa do Mundo após 16 anos, aposta na defesa extremamente sólida e compacta, nas eliminatórias venceu Brasil e Argentina.

Júlio Enciso se lesionou no último amistoso preparatório e está fora, Maurício (Palmeiras) deve ser o seu substituto, a além dele a Seleção Paraguaia tem outros conhecidos do futebol brasileiro como: Gatito Fernández ex-Botafogo, Gustavo Gómez (Palmeiras), Junior Alonso (Atlético Mineiro), Bobadilla (São Paulo), Ramon Sosa (Palmeiras) e Isidro Pitta (RB Bragantino).

O jogo promete ser de poucos gols, os Eua devem manter o domínio da posse de bola, enquanto o Paraguai apostará em um bloco defensivo baixo e contra-ataques cirúrgicos liderado por Almirón.

Prováveis Escalações 

Eua: Freese; Freeman, Ream, Miles e Robinson; Tilman, Dest, Adams, McKennie e Pulisic; Balogun.

Técnico: Maurício Pochettino

Paraguai: Gatito Fernández; Cáceres, Gustavo Gómez, Alderete e Júnior Alonso; Kaku, Cubas, Diego Gómez e Almirón; Maurício e Sanabria.

Técnico: Gustavo Álvaro

Arbitragem 

Árbitro: Danny Makkelie (Holanda)

Assistente 1: Hesse Steegstra (Holanda)

Assistente 2: Jan De Vries (Holanda)

4° Árbitro: Yusuke Araki (Japão)

5° Árbitro: Jun Mihara (Japão)

VAR: Carlos del Cerro Grande (Espanha)

AVAR: Dennis Higler (Holanda)

AVAR2: Khamis Almarri (Catar)     

quinta-feira, 11 de junho de 2026

México e África do Sul abrem a Copa do Mundo de 2026

A abertura da Copa do Mundo de 2026 será entre México e  África do Sul, na quinta-feira (11), às 16h (horário de Brasília), o duelo é repetição do jogo inaugural da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul há exato 16 anos atrás, na oportunidade a partida terminou em 1 a 1 no Soccer City, em Joanesburgo. 

O Estádio Azteca é o primeiro da história das Copas a sediar três aberturas de Copa do Mundo em 1970, 1986 e 2026, teremos três cerimónias de abertura uma em cada país-sede Canadá, EUA e México. 

Na cerimônia de abertura no México teremos elementos tradicionais como: música, dança e referências à cultura local incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo. Artistas confirmados: Shakira, Burna Bit, Alejandro Fernández, Belinda, Nanny Ocean, J Baldwin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

A partida de abertura da Copa de 2026 entre México e África do Sul válida pelo Grupo A promete ser um jogo tenso e de contrastes táticos, o favoritismo é dos donos da casa que com apoio da sua torcida partirão para o ataque, enquanto a África do Sul aposta em transições rápidas e velocidade para contra-atacar, jogos de abertura costumam ter nervosismo e poucos gols.

O México aposta na experiência de Raul Jiménez no ataque e na solidez defensiva, tendo sofrido dois gols nos últimos oito jogos.

 A África do Sul foca em transições rápidas e na química de um elenco que joga junto há mais tempo (base do Mamelodi Sundowns) tendo o atacante Lyle Foster como principal esperança de gol.

Prováveis Escalações 

México: Rangel; Sánchez, Montes, Vásquez e Gallardo; Lira, Alvarado, Gutierrez, Fidalgo e Quiñones; Raul Jiménez.

Técnico: Javier Aguirre

África do Sul: Williams; Mudau, Mbozaki, Okon e Modiba; Mbatha e Mokoena; Appollis, Mofokeng e Moremi; Lyle Foster.

Técnico Hugo Broos

Arbitragem 

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Brasil)

Assistente 1: Bruno Pires de Sá (Brasil)

Assistente 2: Bruno Boschilia (Brasil)

4° Árbitro: Juan Gabriel Benitez (Paraguai)

5° Árbitro: Eduardo Cardozo (Paraguai)

VAR: Nicolas Galo (Colômbia)

AVAR : Juan Lara (Chile)

AVAR 2: Jérôme Brisard (França)

sábado, 6 de junho de 2026

O segundo passo no título da Copa de 1958

A adversária do Brasil no segundo jogo da Copa de 1958, foi a forte Inglaterra, uma das favoritas ao título na Suécia, e a partida não foi nada fácil para Seleção Brasileira.

A Seleção Brasileira teve pela frente o inventores do futebol na sua segunda partida na Copa do Mundo de 1958 na Suécia, pelo Grupo 4, diferente da tranquila estreia diante da Áustria, o duelo contra os ingleses era de extrema dificuldade para o Brasil, no dia 11 de junho, no Estádio de Nua Ullevi, em Gotemburgo, um duro e sofrido empate por 0 a 0 contra a Inglaterra.

Apesar da boa vitória na estreia diante da Áustria por 3 a 0, o técnico Vicente Feola fez uma mudança na equipe titular, sacou Dida e colocou Vavá, Feola havia recebido informações sobre o forte sistema defensivo inglês, por isso, resolveu mexer no ataque brasileiro. Para o duelo contra os ingleses o Brasil percorreu apenas 35 km de Hindas até Gotemburgo, diferente dos 117 km do jogo anterior até Udevalla. 

Para Inglaterra ainda pesava o dramático acidente aéreo no aeroporto de Munique na Alemanha, no dia 6 de fevereiro, que matou oito jogadores do Manchester United, entre os sobreviventes, estava Bobby Charlton, que em oito anos depois foi o grande destaque na conquista inglesa em casa na Copa do Mundo de 1966, Tommy Taylor, ídolo e artilheiro da Seleção Inglesa, foi um dos mortos no fatídico acidente. 

O jogo foi um duro teste para o Brasil logo na segunda partida na competição, a Seleção Brasileira encontrou muita dificuldade para passar pela forte defesa inglesa, o futebol inglês era pouco criativo, tinha os cruzamentos na área adversária como sua principal jogada de ataque, apostando na altura do centroavante Kevan.

A partida se tornou ataque contra defesa, com os brasileiros buscando a vitória e os ingleses desejando não perder, com o passar do tempo o duelo se tornou nervoso para os dois lados com o placar zerado, o goleiro Mcdonald foi uma muralha, barrando as várias finalizações do ataque brasileiro, contribuindo para o primeiro 0 a 0 da história das Copas,  por outro lado o grande jogador Kevan, deu muito trabalho à defesa brasileira, decepcionando os 40.895 presentes no Nua Ullevi.

Se a forte defesa inglesa foi motivo para o técnico Vicente Feola mudar o ataque brasileiro, na defesa a grande preocupação era com Kevan, Gilmar foi alertado na véspera do jogo pelo goleiro Lev Yasmin, goleiro da União Soviética: "Cuidado com o centroavante inglês, o Kevan, que é muito desleal. Entra nos goleiros dando cotoveladas e empurrões. E ainda costuma cuspir nos adversários."

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Vavá, Mazola e Zagallo.                   

Técnico: Vicente Feola 

Inglaterra (2 3 5) - Mcdonald; Howe e Wright; Banks, Champ e Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes e Acourt.          

Técnico: Walter Winterbottom

As curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Na Copa de 1958, Pelé tinha 1,67 m de altura e 59 kg, já na Copa de 1970, ele apresentava 1.70 m e 68 kg, essa é a comparação do rei da sua primeira a última Copa disputada.

O empate por 0 a 0 diante da Inglaterra na Copa de 1958, além de ter sido o primeiro jogo em Copas sem gol, foi a primeira vez que a Seleção Brasileira terminou um jogo de Copa sem marcar gol.

Enquanto os brasileiros comemoravam o título da Copa do Mundo de 1958 na Suécia, o dentista da delegação brasileira, Mário Trigo, abraçou efusivamente o rei Gustavo, e o saudou com: "E aí, King, tudo bem", o monarca sueco ficou atônito sobre a frase dita pelo brasileiro.






sexta-feira, 29 de maio de 2026

A estreia do Brasil na conquista da primeira estrela

O início da caminhada da Seleção Brasileira na primeira conquista da Copa do Mundo em 1958 na Suécia, foi de forma tranqüila com goleada de 3 a 0 diante da Áustria. 

O Brasil na Copa do Mundo de 1958 na Suécia fez parte do Grupo 4 com Áustria,
Inglaterra e União Soviética, iniciou a campanha na conquista da primeira estrela, no dia 8 de julho, no Estádio Rimmewallen, em Udevalla, estreia com o pé direito vitória por 3 a 0 diante da Áustria, gols de Mazolla (2) e Nilton Santos.

A Seleção Brasileira chegou à Suécia sem despertar interesse da imprensa e do público, ficou concentrada em um hotel à beira de um belo lago na cidade de Hindas, que fica a 117 km de Udevalla, as favoritas ao título eram Inglaterra, Alemanha (campeã de 1954) e União Soviética (ouro na Olimpíada de Melbourne 1956). 

O adversário da estreia a Áustria não tinha nenhum brilho, as 21 mil pessoas que compareceram no Rimmewallen na pequena cidade de Udevalla não saíram decepcionados, depois de um começo nervoso o Brasil dominou o duelo e abriu o placar com Mazzola aos 38 minutos, 1 a 0 no placar.

No segundo tempo a Seleção Brasileira continuou com o domínio da partida e logo aos 6 minutos Nilton Santos ampliou para 2 a 0, o detalhe é que ele avançou da defesa para o ataque para marcar o gol, enquanto o técnico Vicente Feola gritava desesperado do banco "Volta, Nilton, volta!", o jogador do Botafogo não deu ouvido a Feola e fez um golaço, ainda teve tempo para o 3° gol novamente com Mazolla aos 44 minutos, vitória convincente e de goleada, a primeira das três na Copa da Suécia. 

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Dida e Zagallo.

Técnico: Vicente Feola

Áustria (2 3 5) - Szanwaid; Halla e Happel; Swoboda, Hanappi e Koller; Horak, Senekowisch, Buzek, Korner e Schleger.

Técnico: Josef Argauer

Curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Foi Vicente Feola que criou o esquema tático 4 3 3 na Copa de 1958, ao colocar Zagallo jogando mais atrás. 

Dos 22 jogadores convocados apenas seis não entraram em campo, foram eles: Castilho (Fluminense), Mauro (São Paulo), Zózimo (Bangu), Oreco (Corinthians), Moacir (Flamengo) e Pepe (Santos).

O goleiro Gilmar usou a camisa 3 por erro na inscrição, Garrincha usou a 11 e Zagallo, a 7, e o destino reservou a camisa 10 ao jovem Pelé. 


França vai buscar classificação antecipada na Copa de 2026

França e Iraque se enfrentam pela 2° Rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira (22), às 18h (horário de Brasília), no ...