Em entrevista para o site Goal da Espanha, Sandro Mazzola, o capitão da grande Inter de Milão dos anos sessenta que ganhou tudo, disse do encanto por Messi e Lautaro Martínez, Inter, Arturo Vidal e dos grandes jogadores do futebol que enfrentou
O ex-meia-atacante Sandro Mazzola, é uma lenda nerazzurri, era o líder da grande Inter de Milão da década de 60, que ganhou tudo ( Tricampeã Italiana, Bicampeã da Liga dos Campeões e Bicampeã Mundial) ao lado de Luís Suárez, em entrevista ao Goal da Espanha, na última terça-feira (10), o italiano afirmou que Di Stéffano foi o melhor,"era imparável", mesmo tendo enfrentado craques como: Pelé e Cruyff, , faltou mais 10 anos para poder enfrentar Maradona nos gramados.
A lenda da Inter de Milão, disse sobre Inter, Messi, Lautaro Martínez, Arturo Vidal e craques da sua época, a sua admiração por jogadores argentinos, vem desde quando ele ainda era jogador, tanto que colocou Di Stéffano como o melhor de todos no futebol, veja abaixo a entrevista de Sandro Mazzola.
Você acha que a Inter merecia mais na Ligas dos Campeões?
“Talvez um pouco mais, sim. Mas talvez ainda não houvesse mentalidade de fazer grandes coisas na Liga dos Campeões essa possibilidade foi se abrindo à medida que vimos boas atuações da equipe.”
Essa é a Inter mais poderosa desde 2010?
“Aquela equipe era muito forte, não tenho certeza que esta possa se comparar, pelo menos hoje não. Certamente não vai demorar muito para descobrirmos se está a altura, mas é muito difícil igualar o que aquela equipe fez, apesar de que hoje vejo uma equipe muito competitiva e que faz as coisas bem.”
O que Conte oferece à equipe?
“A grande mentalidade do time. Ele é um treinador que trabalha muito a mentalidade dos jogadores. Nesse aspecto ele me lembra muito Helenio Herrera, que foi um técnico que primeiro trabalha a cabeça e só depois trabalhava as pernas. Com eles, os jogadores vão a campo e fazem coisas que antes achavam impossível. Eu sei por experiência própria.”
Sem Nicolò Barella, Arturo Vidal seria uma boa opção para a partida?
“Sem dúvida. Seria uma ótima contratação, é um jogador que gosto muito. Me pergunto como Conte trabalharia sua cabeça para lhe tirar a responsabilidade e jogar livre. Acho que se dariam muito bem e já o fizeram de fato.”
Pensando na janela de inverno, a Inter estaria disposta a satisfazer as exigências do Barcelona pelo chileno?
“A verdade é que, se alguns dos lesionados se recuperarem, não precisa contratar maus ninguém, acho essa equipe competitiva como está.”
O Messi com suas seis Bolas de Ouro. Você acha um reconhecimento adequado de seu talento?
“Esses dias me perguntei várias vezes se aos 32 anos ele segue sendo o melhor e, vendo que sim, não há discussão. Messi continua sendo o melhor jogador do mundo e merece tudo de bom que acontece.”
Você jogou ao lado de Luis Suárez e contra Di Stéfano, Cruyff e Pelé, também viu Maradona em seus melhores anos. Quem é melhor?
“Sempre fui apaixonado por Di Stéfano. Me lembro da primeira vez que o vi (na final da Copa da Europa de 1964), quando saí dos vestiários para começar a partida fiquei paralisado diante dele. Estava na frente do meu ídolo, que só tinha visto pela televisão, perdi o mundo de vista. Em algum momento o capitão, Armando Picchi, colocou uma das mãos nas minhas costas e me perguntou: ‘ei Sandro, nós vamos jogar futebol, você prefere ficar admirando o Alfredo ou vem com a gente?’. Ele fazia de tudo. Defendia, construía e atacava, era imparável. Ele foi o melhor de todos.”
O que você acha de Lautaro Martínez?
“É um jogador que eu gosto muito. Quando vejo os jogos fico imaginando o que eu faria em cada situação em que um atacante recebe a bola e, normalmente, sou capaz de adivinhar o que o jogador faria. Com ele, nunca consigo, sempre faz coisas que me surpreendem. Ele não me engana sozinho, é capaz de enganar qualquer defensor e qualquer riva. É um fenômeno.”
A Inter vai conseguir mantê-lo no time?
“Vai ser muito difícil. Talvez tenha que vender algum outro jogador para poder ficar com ele, mas eu faria qualquer coisa para ficar com ele”.
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