O goleiro equatoriano Máximo Banguera de 33 anos, após criticar publicamente a vitória do opositor Carlos Alberto Moreno na eleição do clube, foi dispensado do Barcelona de Guayaquil no começo desta semana, agora ele deverá seguir em direção a capital equatoriana Quito.
Por ser a favor do candidato a presidência do clube, o ídolo do José Francisco Cevallos que concorria à reeleição da instituição, o vencedor da eleição Carlos Alfaro não quis nem saber, e deixou bem claro na sua primeira entrevista como presidente do Barcelona de Guayaquil, que os jogadores que ficassem ao lado de Cevallos, estariam fora do clube.
O Toureiros não vivem um bom momento, tanto que a temporada foi decepcionante, onde foi eliminado precocemente dos playoffs do Campeonato Equatoriano, assim terá que passar por uma reestruturação no atual elenco.
A vitória da oposição para presidência do Barcelona de Guayaquil, deixou alguns jogadores irritados, Máximo Banguera foi um dos mais incomodados e publicamente lamentou a derrota de Cevallos, deixando a nova direção do clube nervosa.
Na sua primeira entrevista como presidente do Barcelona de Guayaquil, Carlos Alfaro Moreno, deixou bem claro, que os jogadores que ficassem do lado de Cevallos estariam fora do clube, o que foi confirmado com a saída de Banguera, e ainda outros jogadores poderão sair da agremiação de Guayaquil.
Máximo Banguera, é conhecido como o goleiro de boné, pois usa o objeto em todas as partidas, iniciou a carreira profissional no Espoli (EQU) em 2004 onde ficou até 2008, no ano seguinte foi para o Barcelona de Guayaquil, onde em 10 anos de clube atuou em 318 jogos, saindo agora no final de 2019.
Agora o seu destino deve ser a capital do país Quito, onde atuará pelo El Nacional, a expectativa é que ele seja confirmado no inicio da próxima semana, o goleiro tem 33 jogos pela seleção equatoriana e fez parte do elenco da Copa América de 2016, este será apenas o seu terceiro clube como profissional da carreira iniciada em 2004.
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