sábado, 20 de novembro de 2021

Racismo Não

 A goleada do Corinthians frente ao Nacional (URU) na semifinal da Libertadores fem 2021, serviu como manifesto contra o racismo.  

Foto: Divulgação Paulistão Feminino 

O confronto entre Nacional (URU) e Corinthians pela semifinal da Libertadores fem, na última terça-feira (16), no estádio Manuel Ferreira em Assunção (PAR), não  ficou marcado apenas pela goleada histórica por 8 a 0 do Timão frente as uruguaias. 

Mas também pelo ato racista de uma uruguaia a Adriana (aniversariante do dia 17 de novembro)após o sexto gol da equipe brasileira, a jogadora do Uruguai a chamou de macaca, o que a camisa 16 não escutou e só ficou sabendo por outras companheiras de time, isso acabou gerando uma confusão entre as jogadoras em campo e o jogo ficou paralisado por cerca de cinco minutos, a atacante Victória Albuquerque chorou diante do fato ocorrido. 

Este ato racista da jogadora uruguaia é repugnavel não só no meio do futebol como na sociedade, é muito triste que em pleno 2021 ainda exista o racismo. Racismo é crime e deve ser aplicado no rigor da lei a quem comete esta ação. 

É inadmissível as vésperas do dia 20 de novembro onde no Brasil é comemorado o dia da consciência negra, termos essa atitude racista da uruguaia frente a brasileira, um ato desse tipo é inaceitável, o oitavo gol corinthiano foi comerado por Grazi e Diany com o gesto  contra o racismo (punho fechado e braço direito erguido), o banco do alvinegro também replicou o gesto em apoio.

A goleada corinthiana representou o repúdio que devemos ter a qualquer ato racista contra qualquer pessoa, não se importantando quem que seja o autor(a). As jogadoras uruguaias apesar da goleada, foram leais e não apelaram para violência, mas este ato racista foi pior que qualquer agressão física. 



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