quinta-feira, 25 de junho de 2026

Japão e Suécia na disputa direta pela classificação aos 16 avos de final

Japão e Suécia se enfrentam nesta quinta-feira (25), às 22h, no AT&T Stadium, em Dallas, pela terceira rodada do Grupo F da Copa do Mundo de 2026, o confronto reúne duas seleções com chances reais de classificação ao mata-mata, mas em momentos bem diferentes no torneio.

O Japão soma 4 pontos, após empatar por 2 a 2 com a Holanda e ganhar por 4 a 1 da Tunísia, precisa de apenas um empate para garantir a vaga aos 16 avos de final, já a Suécia tem 3 pontos, venceu a Tunísia por 5 a 1 e perdeu para Holanda por 5 a 1, só a vitória interessante para os suecos para alcançar o mata-mata.

Espera-se uma partida extremamente equilibrada, ofensiva e de alta intensidade, já que ambas as seleções disputam a classificação para o mata-mata, promessa de muitos gols pois as duas equipes marcaram seis gols nos dois primeiros jogos, mas também expuseram vulnerabilidades na defesa, Japão busca confirmação, Suécia joga pressionada.

O histórico do confronto entre Japão e Suécia é equilibrado, em cinco jogos são uma vitória para cada lado e três empates, a primeira partida foi nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, vitória japonesa por 3 a 2, depois nos anos 90 houveram dois empates e um triunfo sueco por 1 a 0, o último duelo aconteceu em maio 2002, no Japão e terminou em 1 a 1, se reencontrarão  24 anos depois e pela primeira vez na Copa do Mundo.

Sob o comando de Hajime Moriyasu, os Samurais Azuis exibem grande força coletiva e velocidade nas transições, o atacante Ayase Ueda, após grande atuação frente aos tunisianos, é a principal arma ofensiva, suprindo a ausência Takefusa Kubo que lesionou o joelho esquerdo no duelo contra a Holanda. 

Shuto Machino é dúvida e pode não ter condições de atuar, o atacante foi chamado para substituir o capitão Wataru Endo, cortado ainda no início do torneio por lesão, agora o dono da braçadeira Ko Itakura deve formar o trio de zagueiro juntamente com Takehiro Tomiyasu e Hiroki Ito.

A equipe do técnico Graham Potter apresentou duas faces no torneio, goleou a Tunísia por 5 a 1, por outro lado teve um duro golpe ao sofrer 5 a 1 da Holanda, a esperança sueca está depositada na qualidades da dupla de atacantes: Viktor Gyokeres e Alexander Isak, além da possível  entrada de Anthony Elanga para maus velocidade ofensiva.

Erick Smith é dúvida para partida e pode não ter condições de atuar, a goleada para Holanda deve promover mudanças na equipe, Gustaf Lagerbielke e Carl Starfelt, aparecem como alternativas na defesa que sofreu cinco gols e mostrou dificuldades para controlar ataques rápidos, o meio-campo deve ser mantido, a dúvida é no ataque com Benjamin Nygren ou Anthony Elanga como titular ao lado de Gyokeres e Isak.

Prováveis Escalações 

Japão: Suzuki; Tomiyasu, Itakura e Ito; Doan, Sano, Tanaka e Nakamura; Junya Ito, Kamada e Ueda. 

Técnico: Hajime Moriyasu

Suécia: Nordfeldt; Lindelof, Hien e Langerbielke; Karlstrom, Ayari, Bergvall e Gudmundsson; Elanga, Gyokeres e Isak.

Técnico: Graham Potter

Arbitragem

Árbitro: Ivan Barton - Nicarágua 

Assistente 1: David Moran - Nicarágua 

Assistente 2: Antonio Pupiro - Nicarágua 

4° Árbitro: Dahane Beida - Mauritânia  

5° Árbitro: Jerson Santos - Angola

VAR: Nicolas Gallo - Colômbia 

AVAR: Guilhermo Pacheco - México 

AVAR2: Rodolpho Toski - Brasil 


terça-feira, 23 de junho de 2026

Inglaterra e Gana buscam classificação antecipada ao mata-mata da Copa de 2026

A Inglaterra enfrenta Gana, nesta terça-feira (23), às 17h (horário de Brasília), pela 2° Rodada do Grupo L da Copa do Mundo de 2026, no Gillette Stadium, em Boston, ambas seleções venceram nas suas estreias estimam três pontos cada.

Os ingleses aplicaram 4 a 2 na Croácia, destaque para Harry Mané que marcou duas vezes, já os ganeses superaram o Panamá por 1 a 0, gol nos acréscimos de Caleb Yierinkyi, quem vencer garante vaga antecipada aos 16 avos de final. 

Inglaterra e Gana se enfrentaram apenas uma vez na história, no amistoso disputado em Wembley, no dia 29 de março de 2011, e o placar ficou no 1 a 1, o duelo marca o meio-campo criativo inglês com Bellingham e Madueke, contra a dupla de contenção ganesa com Partey e Yierinkyi, se os ganeses conseguirem conter o poder de criação dos ingleses equilibrarão o duelo. 

A Inglaterra adotou um estilo de alta pressão e transições rápidas sob o comando de Thomas Tuchel, Kane e Bellingham estão embalados, a defesa mostrou instabilidade na estreia ao ceder dois gols para Croácia, algo que Tuchel buscou corrigir nos treinos, Sala ainda se recupera de uma tendinite  o tendão de Aquiles, jogou poucos minutos na estreia diante dos croatas, assim Madueke deve ser o titular contra Gana.

O Gana deve adotar uma postura defensiva e cautelosa, aposta em uma forte disciplina coletiva para tentar anular a qualidade técnica inglesa, contra o Panamá apresentou dificuldade na criação, sofreu para manter a posse de bola, finalizou apenas em duas oportunidades na meta panamenha, Semenyo seu principal atacante ficou muito isolado no ataque, a Seleção Ganesa precisa encontrar formas para acionar melhor o camisa 11.

A Seleção Ganesa vem com duas mudanças no gol Ati-Zigi deixou o campo no intervalo da partida contra o Panamá  com dores na região da virilha, assim Asare assumirá a titularidade, Partey não pode entrar no Canadá para estreia devido a questões judicas no Reino Unido, agora está regularizado para entrar nos EUA e fará seu primeiro jogo na Copa de 2026, então Owusu deixará a vaga no time para o camisa 5, reforçando a qualidade no meio-campo ganês. 

Prováveis Escalações 

Inglaterra: Pickford; James, Stones, Guéhi e O'Reilly; Anderson e Rice; Madueke, Bellingham e Gordon; Kane.

Técnico: Thomas Tuchel 

Gana: Asare; Senaya, Adjetey, Opoku e Mensah; Yirenkyi e Partey; Fatawu, Sulemana e Semenyo; Jordan Ayew.

Técnico: Carlos Queiroz 

Arbitragem 

Árbitro: Said Martinez - Honduras 

Assistente 1: Walter López - Honduras 

Assistente 2: Christian Ramirez - Honduras 

4° Árbitro: Ning Ma - China

5° Árbitro: Fei Zhou - China

VAR: Armando Villareal - EUA

AVAR: Erick Miranda - México 

AVAR2: Abdullah Alsheri - Arábia Saudita 


segunda-feira, 22 de junho de 2026

França vai buscar classificação antecipada na Copa de 2026

França e Iraque se enfrentam pela 2° Rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira (22), às 18h (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, espera-se um duelo de "David contra Golias", com amplo favoritismo para Seleção da França. 

Seleção Francesa vai em busca da classificação antecipada nos 16 avós de final depois da vencer Senegal na estreia por 3 a 1, já a Seleção Iraquiana almeja surpreender para se redimir da derrota por 4 a 1 diante da Noruega no seu primeiro jogo no mundial. 

Os franceses foram dominados por Senegal no 1° tempo, mas no 2° tempo Deschamps fez uma mudança tática, recuou Pois é para o centro e liberou Dembélé para o lado direito de ataque, abrindo espaços fatais para Mbappé marcar duas vezes e Barcola fechou o placar vindo do banco de reservas, a vitória hoje garante matematicamente a vaga nos 16 avos de final com um jogo de antecedência. 

O Iraque voltou ao mundial após 40 anos, a estreia foi cruel, até conseguiu empatar com Hussein, depois no 2° tempo sofreu mais três gols, com o próprio Hussein fechando o placar com um gol contra, a missão iraquiana é sair do mundial com algum resultado positivo para justificar os sacrifícios feitos para chegar na Copa de 2026, o técnico Graham Arnold morou oito meses em Bagdá para preparar a Seleção Iraquiana. 

Este será o 1° jogo na história entre as seleções, que não se enfrentaram nem em amistoso. 

Mbappé tem 14 gols em mundiais e busca alcançar o recorde de Messi e Klose que tem 16 gols marcados em Copas do Mundo, Didier Deschamps estuda promover duas mudanças na equipe com as entradas de Koné e Barcola nas vagas de Tchouaméni e Doué, buscando sufocar o Iraque desde o início do confronto. 

Embora saiba da disparidade técnica da sua equipe diante da França, o técnico Graham Arnold, afirmou  que o Iraque vai entrar com "Energia Máxima" tentando buscar um milagre para pontuar e seguir vivo no torneio, vem sem mudanças para o duelo, a Seleção Iraquiana tem quatro derrotas em quatro jogos em Copas.

Prováveis Escalações 

França:Maignan;Koundé,Saliba,Upamecano e Theo Hernández; Rabiot, Koné; Dembélé, Olise e Barcola; Mbappé.

Técnico: Didier Deschamps 

Iraque: Hassan; Ali, Tahseen, Hashem e Doski; Bayesh, Al-Ammari, Iqbal e Jasim; Hussein e Al-Hamadi.

Técnico: Graham Arnold 

Arbitragem 

Árbitro: Drew Fischer (Canadá)

Assistente 1: Michael Barwedegen (Canadá)

Assistente 2: Lyes Arfa (Canadá)

4° Árbitro: Sandro Shearer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)

VAR: Joe Dickerson (EUA)

AVAR: Antonio Garcia (Uruguai)

AVAR 2: Juan Soto (Venezuela)

Com show de Garrincha, Brasil vence mais uma na Copa de 1958

O terceiro passo brasileiro rumo ao título mundial, contou com um show a parte do camisa 11 brasileiro que enlouqueceu os soviéticos em campo, na vitória por 2 a 0, garantindo a classificação para as quartas de final.

A terceira partida do Brasil pelo Gripo 4 na Copa do Mundo de 1958 na Suécia, foi marcada pela grande atuação de Garrincha, que entortou os soviéticos com os seus dribles desconcertantes, ele foi uma das três mudanças na Seleção Brasileira para o duelo do dia 15 de junho, e mais uma vez jogando no Estádio de Nua Ullevi, em Gotemburgo, vitória brasileira por 2 a 0 diante da temida União Soviética, uma das favoritas ao título, com dois gols de Vavá.

O empate por 0 a 0 diante da Inglaterra deixou os brasileiros apreensivos, uma comissão de jogadores, tendo a frente Didi, Bellini e Nílton Santos, pediu a entrada de Garrincha e Pelé no time, Zito já estava escalado, até porque Dino Sani estava contundido, Feola tinha resistência aos atacantes brasileiros, com Pelé era os seus 17 anos e vinha de uma contusão, quanto a Garrincha, o técnico não confiava, mas os jogadores foram insistentes e convenceram o treinador. 

Para as entradas de Garrincha e Pelé, foram sacados Joel e Mazzola, eram mudanças importantes no meio-campo e no atacante da equipe que iniciou o jogo com a Inglaterra, a tarde era mesmo de Garrincha, logo no primeiro lance do jogo ele deixou Kuznetsov e Krijevski perdidos com seus dribles, o camisa 11 do Brasil acabou com o lado esquerdo da defesa soviética, deixando claro que os jogadores brasileiros estavam certos de o pedirem no time titular. 

No Estádio de Nya Ullevi, os 50.928 presentes viram logo no início do jogo Garrincha diblar várias vezes Kusnetsov, obrigando o técnico Gavriil Kachalin a pedir reforço na marcação do ponta-direita brasileiro de Krijevski, o que não adiantou pois o camisa 11 do Brasil diblou os dois e cruzou para Didi, ajeitar sutilmente para Vavá fazer o 1 a 0 aos 2 minutos de jogo, a Seleção Brasileira mostrava que vinha em busca de mais uma vitória na Copa de 1958.

Os jogadores do lado esquerdo da defesa soviética tinha em Garrincha o seu inferno astral, o ponta-direita estava infernal, percebendo a cintura dura de seus marcadores, ele se divertia com a bola nos pés, gingando, driblando, enganando os atônitos soviéticos, era o camisa 11 dando o seu show a parte e enlouquecendo os adversários.

Com o camisa 11 inspirado o Brasil era melhor em campo, mas não conseguiu ampliar o placar no primeiro tempo, o segundo gol saiu apenas aos 31 minutos do segundo tempo novamente com Vavá, depois de mais uma jogada genial iniciada pelo ponta-direita, definindo o placar do jogo em 2 a 0  para Seleção Brasileira, avançando a fase de mata-mata em 1° lugar do Grupo 4 com 5 pontos. 

Se Garrincha foi grande destaque do jogo com seus dribles desconcertantes, Pelé outro que foi pedido pelo jogadores para ser titular diante da União Soviética, voltando de contusão sofrida no jogo de despedida da Seleção no Brasil, teve uma atuação apagada, um ou outro bom lance, nada que levasse a acreditar que ele ainda poderia fazer de espetacular na Copa e que depois se tornaria o Rei do Futebol. 

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. 

Técnico: Vicente Feola 

União Soviética (2 3 5) - Yasshin; Kessarev e Krijevski; Kusnetsov, Voinov e Tsayev; Ivanov, Valentine, Simonyan, Igor Netto e Ilyin.

Técnico: Gavriil Kachalin


terça-feira, 16 de junho de 2026

Inglaterra reencontra Croácia oito anos depois da eliminação na Copa de 2018

Inglaterra e Croácia estreiam nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Arlington, o duelo é válido pelo Grupo L da Copa do Mundo de 2026.

confronto representa o grande teste para Inglaterra de Thomas Tuchel, que teve um caminho tranquilo nas eliminatórias, do outro lado, Zlatko Dalic comanda a veterana e perigosa Croácia. 

Espera-se uma partida equilibrada e disputada taticamente, a Inglaterra deverá  assumir a iniciativa, a Croácia  não irá recuar, já que é uma seleção habituada a jogos de elevada exigência, duelo de duas seleções com histórico de competir nas fases decisivas dos grandes torneios internacionais. 

No último confronto em Copa do Mundo, deu Croácia por 2 a 1de virada na semifinal da Copa de 2018, com maior qualidade individual a Inglaterra tem o favoritismo diante da Croácia. 

A campanha inglesa nas eliminatórias europeias foi dominante com oito vitórias em oito jogos, marcou 22 gols e não sofreu nenhum gol, destaque para goleada de 5 a 0 na Sérvia fora de casa, já a Croácia chega ao mundial depois de uma caminhada tranquila na classificatória com sete vítimas e um empate, fez 26 gols e sofreu 4 gols, só tropeçou diante da Tchéquia ao empatar por 0 a 0, em Praga, confirmando a competitividade da equipe de Dalic.

A Inglaterra tem demonstrado uma evolução significativa em grandes competições, alcançando regularmente fases avançadas, apresenta um futebol cada vez mais equilibrado entre qualidade ofensiva e segurança defensiva e tem um dos planteis mais completos da Copa.

A Croácia continua a provar que sua competitividade vai muito além de uma geração específica de jogadores, mesmo com algumas alterações no plantel ao longo dos últimos anos, os croatas mantêm a identidade baseada na qualidade técnica, inteligência tática e capacidade de gerir os diferentes momentos dos jogos.

Prováveis Escalações 

Inglaterra: Pickford; Walker, Stones, Guéhi e O' Reilly; Rice, Anderson e Bellingham; Sala, Kane e Gordon.

Técnico: Thomas Tuchel

Croácia: Livakovic; Stanisic, Sutalo, Vuskovic e Gvardiol; Modric, Sucic e Kovacic; Petisco, Kramaric e Budimir.

Técnico: Zlatko Dalic 

Arbitragem 

Árbitro: Clement Turpin (França)

Assistente 1: Nicolas Danos (França)

Assistente 2: Benjamin Pages (França)

4° Árbitro: Katia Itzel Garcia (México)

5° Árbitro: Sandra Ramirez (México)



segunda-feira, 15 de junho de 2026

França estreia querendo se vingar da Copa de 2022

França e Senegal estreiam nesta terça-feira (16), às 16h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o duelo é válido pelo Grupo I da Copa do Mundo de 2026.

Espera-se um duelo taticamente equilibrado, marcado pelo favoritismo técnico francês e pelo fantasma histórico de 2002, Senegal protagonizou una das maiores zebras das Copas, ao vencer por 1 a 0 a Seleção Francesa (atual campeã do mundo) na abertura da Copa de 2002. Os franceses buscam apagar essa lembrança e iniciar com o pé direito a última Copa do Mundo sob o comando de Didier Deschamps.

Apontada como uma das favoritas ao título, a França chega ao mundial em busca do tricampeonato, atual vice-campeã do mundo, aposta na força do seu elenco elenco estrelado para começar bem na Copa. 

Os Bleus chegam com força máxima no ataque composto pelo trio Mbappé, Dembélé  e Olise, na defesa conta com Saliba recuperado de lesão muscular ao lado de Upamecano, formando uma sólida dupla de zaga, no meio quem se destaca é Doué. Embora tenha jogadores com características ofensivas, o técnico Didier Deschamps tem preferência em uma estrutura defensiva sólida, preferindo transições rápidas e letais.

Senegal sonha repetir o feito histórico de 2002, quando além de ganhar da França na fase de grupos, alcançou as quartas de final na sua primeira participação em Copas do Mundo. Os Leões de Teranga apresentam solidez e consistência defensiva, sofreram apenas 3 gols em toda as eliminatórias africanas, após desfalcar o país na Copa de 2022 por lesão, Mané lidera a equipe em campo, fará dupla de ataque com Nicolas Jackson.

A Seleção Senegalesa tentará travar o meio-campo com forte imposição física através de jogadores como: Gueye e Câmara, apostando em bolas longas e velocidade dos seus pontas.

Prováveis Escalações 

França:Maignan;Koundé, Saliba, Upamecano e Theo Hernández; Tchouaméni, Rabiot e Doué; Olise, Dembélé e Mbappé.

Técnico: Didier Deschamps 

Senegal: Mendy; Diatta, Koulibaly, Sarr e Jakobs; Câmara, Ndiaye, Diarra e Iliman; Mané e Nicolas Jackson.

Técnico: Pape Thiaw

Arbitragem 

Árbitro: Alireza Faghani (Austrália)

Assistente 1: George Lakrindis (Austrália)

Assistente 2: Andrew Lindsay (Austrália)

4° Árbitro: Sandro Shaerer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)


Bélgica com remanescentes da geração de ouro estreia na Copa de 2026

Bélgica e Egito se enfrentam nesta segunda-feira (15), às 16h (horário de Brasília), no Lumen Field, em Seattle, pela primeira rodada do Grupo G, da Copa do Mundo de 2026. 

O duelo coloca a Seleção Belga experiente e favorita liderado por De Bruyne e Lukaku, contra a Seleção Egípcia deposita suas esperanças no talento do craque Salah.  

A expectativa é da Bélgica no controle da posse de bola usando seu meio de campo criativo, já o Egito deve apostar em uma postura reativa, com transições rápidas e contra-ataques puxados por Salah.

Os europeus chegam em fase de consolidação e renovação da sua geração de ouro, enquanto os africanos são os azarões e buscam surpreender para dar um passo importante rumo a segunda fase da competição. 

A Bélgica vê esta partida como uma oportunidade de reforçar a sua reputação entre a elite mundial, repetir ou superar o histórico 3° lugar da Copa de 2018 e mostrar a maturidade tática de seu elenco evoluído pós ao grande feito da geração de ouro.

O Egito por sua vez chega ansioso para provar que este grupo pode finalmente quebrar seu histórico teto de vidro de vencer pela primeira vez em Copas e avançar para além da fase de grupos pela primeira vez em sua história na Copa do Mundo, a Copa de 2026 será a quarta participação do país em mundiais. 

A Seleção da Bélgica garantiu com sua vaga no torneio com muita antecedência, ao fazer uma campanha altamente eficiente e invicta nas eliminatórias europeias, com confiança e tranquilidade foi a 1° colocada no seu grupo, provando que sua identidade tática moderna está totalmente pronta para Copa de 2026, De Bast lesionado é única baixa da equipe para estreia. 

A Seleção do Egito garantiu sua passagem para América do Norte com uma campanha autoritária e implacável nas eliminatórias africanas, superou amplamente seus rivais de grupo para conquistar a vaga direta no torneio, na Copa de 2025 está ansiosa para mostrar a verdadeira força da sua geração.

 Prováveis Escalações 

Bélgica: Courtois; Meunier, Ngoy, Mechele e Castagne; Onana e Tielemans; Trossard, De Bruyne e Doku: Lukaku.

Técnico: Rudi Garcia

Egito: Shobeir; Nany, Abdelmonem, Ibrahim e El Fotouh; Lasheen e Ateya; Salah, Ashour e Trezeguet; Marmoush.

Técnico: Hossam Hassan

Arbitragem 

Árbitro: Ramon Abatti Abel (Brasil)

Assistente 1: Danilo Manis (Brasil)

Assistente 2: Rafael Alves (Brasil)

4° Árbitro: Kevin Ortega (Peru)

5° Árbitro: Michael Orue (Peru)





 



sábado, 13 de junho de 2026

Brasil estreia contra africano na Copa do Mundo de 2026

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 diante do Marrocos, neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, o jogo é válido pelo Grupo C, espera-se uma partida tensa, truncada, muito física e equilibrada.

Este é o duelo mais difícil da Seleção Brasileira na fase de grupos, o Marrocos venceu por 2 a 1 no último amistoso entre as seleções há três anos atrás, em busca do hexa o Brasil terá pela primeira vez como técnico um estrangeiro na Copa do Mundo, o italiano Carlo Ancelotti.

A Seleção Brasileira confirmou a vaga no mundial com o quinto lugar nas eliminatórias sul-americanas, enquanto o Marrocos sonha em repetir o feito da Copa de 2022, quando terminou na 4° colocação, garantiu o passaporte para Copa do Mundo com o 1° lugar no seu grupo das eliminatórias da África. 

Sem Neymar, seu principal jogador, por conta da lesão na panturrilha direita, o Brasil aposta na verdade e protagonismo de Vinícius Júnior e Raphinha no ataque. Espera-se uma Seleção Brasileira ofensiva jogando no 4 3 3, mas com cautela na defesa para não ceder contra-ataques, a única baixa no elenco foi a saída do lateral direito Wesley, por lesão na coxa esquerda, o volante  Éderson foi convocado para substitui-lo na Copa.

O Marrocos tem um time técnico e veloz e mantêm a boa base da Copa de 2022, contam com o talento de Brahim Dias (Real Madrid) e a velocidade de Halimi (PSG), gostam de propor um jogo intenso e de transição muito rápida. Sofreu com as lesões do zagueiro Aguerd e do atacante Ezzalzouli estão de fora do torneio, assim foram convocados Saâdane e Sbai, provavelmente serão titulares na estreia da Copa de 2026, os jogadores marroquinos são das mesmas posições dos que foram cortados.

Em Copas do Mundo o único confronto foi na Copa de 1998 na França, 3 x 0 para o Brasil pela fase de grupos, gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.

Prováveis Escalações 

Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha.

Técnico: Carlo Ancelotti

Marrocos: Bounou; Hakimi, Riad, Saâdane e Mazraoui; El Aynaoui, Ounahi, El Khannouss e Brahim Diaz; Saibari e Sabai.

Técnico: Mohamed Ouahbi

Arbitragem 

Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)

Assistente 1: Tomaz Klancnik (Eslovênia)

Assistente 2: Andras Kovacic (Eslovênia)

4° Árbitro: Sandro Shearer (Suíça)

5° Árbitro: Stephanie de Almeida (Suíça)



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Eua é o terceiro país-sede a estrear na Copa de 2026

Eua e Paraguai se enfrentam nesta sexta-feira (12), às 22h (horário de Brasília), no Sofi Stadium, em Los Angeles, o duelo é válido pelo Grupo D, marcando a estreia das seleções na Copa do Mundo de 2026.

A expectativa é de um duelo tático equilibrado, com amplo favoritismo territorial para os norte-americanos, o evento contará com uma cerimônia de abertura estrelada por Paty Perry e Anita, às seleções se enfrentaram pela última vez em um amistoso em novembro de 2025, com vitória norte-americana por 2 a 1.

Por ser um dos países-sede da Copa de 2026, os Eua garantiram a vara na competição sem a necessidade de disputar as eliminatórias da Concacaf, já o Paraguai carimbou o passaporte ao terminar na sexta colocação nas eliminatórias sul-americanos, ficando com a última vaga direta para o torneio. 

Os Eua chegam com a obrigação de vencer diante da sua torcida, vem embalado por uma sequência invicta no fim do ciclo preparatório, promete ser uma equipe agressiva, com transições rápidas e forte presença física, a força criativa passa por Pulisic (Milan) e McKennie ( Juventus).

O Paraguai está de volta a Copa do Mundo após 16 anos, aposta na defesa extremamente sólida e compacta, nas eliminatórias venceu Brasil e Argentina.

Júlio Enciso se lesionou no último amistoso preparatório e está fora, Maurício (Palmeiras) deve ser o seu substituto, a além dele a Seleção Paraguaia tem outros conhecidos do futebol brasileiro como: Gatito Fernández ex-Botafogo, Gustavo Gómez (Palmeiras), Junior Alonso (Atlético Mineiro), Bobadilla (São Paulo), Ramon Sosa (Palmeiras) e Isidro Pitta (RB Bragantino).

O jogo promete ser de poucos gols, os Eua devem manter o domínio da posse de bola, enquanto o Paraguai apostará em um bloco defensivo baixo e contra-ataques cirúrgicos liderado por Almirón.

Prováveis Escalações 

Eua: Freese; Freeman, Ream, Miles e Robinson; Tilman, Dest, Adams, McKennie e Pulisic; Balogun.

Técnico: Maurício Pochettino

Paraguai: Gatito Fernández; Cáceres, Gustavo Gómez, Alderete e Júnior Alonso; Kaku, Cubas, Diego Gómez e Almirón; Maurício e Sanabria.

Técnico: Gustavo Álvaro

Arbitragem 

Árbitro: Danny Makkelie (Holanda)

Assistente 1: Hesse Steegstra (Holanda)

Assistente 2: Jan De Vries (Holanda)

4° Árbitro: Yusuke Araki (Japão)

5° Árbitro: Jun Mihara (Japão)

VAR: Carlos del Cerro Grande (Espanha)

AVAR: Dennis Higler (Holanda)

AVAR2: Khamis Almarri (Catar)     

quinta-feira, 11 de junho de 2026

México e África do Sul abrem a Copa do Mundo de 2026

A abertura da Copa do Mundo de 2026 será entre México e  África do Sul, na quinta-feira (11), às 16h (horário de Brasília), o duelo é repetição do jogo inaugural da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul há exato 16 anos atrás, na oportunidade a partida terminou em 1 a 1 no Soccer City, em Joanesburgo. 

O Estádio Azteca é o primeiro da história das Copas a sediar três aberturas de Copa do Mundo em 1970, 1986 e 2026, teremos três cerimónias de abertura uma em cada país-sede Canadá, EUA e México. 

Na cerimônia de abertura no México teremos elementos tradicionais como: música, dança e referências à cultura local incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo. Artistas confirmados: Shakira, Burna Bit, Alejandro Fernández, Belinda, Nanny Ocean, J Baldwin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

A partida de abertura da Copa de 2026 entre México e África do Sul válida pelo Grupo A promete ser um jogo tenso e de contrastes táticos, o favoritismo é dos donos da casa que com apoio da sua torcida partirão para o ataque, enquanto a África do Sul aposta em transições rápidas e velocidade para contra-atacar, jogos de abertura costumam ter nervosismo e poucos gols.

O México aposta na experiência de Raul Jiménez no ataque e na solidez defensiva, tendo sofrido dois gols nos últimos oito jogos.

 A África do Sul foca em transições rápidas e na química de um elenco que joga junto há mais tempo (base do Mamelodi Sundowns) tendo o atacante Lyle Foster como principal esperança de gol.

Prováveis Escalações 

México: Rangel; Sánchez, Montes, Vásquez e Gallardo; Lira, Alvarado, Gutierrez, Fidalgo e Quiñones; Raul Jiménez.

Técnico: Javier Aguirre

África do Sul: Williams; Mudau, Mbozaki, Okon e Modiba; Mbatha e Mokoena; Appollis, Mofokeng e Moremi; Lyle Foster.

Técnico Hugo Broos

Arbitragem 

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Brasil)

Assistente 1: Bruno Pires de Sá (Brasil)

Assistente 2: Bruno Boschilia (Brasil)

4° Árbitro: Juan Gabriel Benitez (Paraguai)

5° Árbitro: Eduardo Cardozo (Paraguai)

VAR: Nicolas Galo (Colômbia)

AVAR : Juan Lara (Chile)

AVAR 2: Jérôme Brisard (França)

sábado, 6 de junho de 2026

O segundo passo no título da Copa de 1958

A adversária do Brasil no segundo jogo da Copa de 1958, foi a forte Inglaterra, uma das favoritas ao título na Suécia, e a partida não foi nada fácil para Seleção Brasileira.

A Seleção Brasileira teve pela frente o inventores do futebol na sua segunda partida na Copa do Mundo de 1958 na Suécia, pelo Grupo 4, diferente da tranquila estreia diante da Áustria, o duelo contra os ingleses era de extrema dificuldade para o Brasil, no dia 11 de junho, no Estádio de Nua Ullevi, em Gotemburgo, um duro e sofrido empate por 0 a 0 contra a Inglaterra.

Apesar da boa vitória na estreia diante da Áustria por 3 a 0, o técnico Vicente Feola fez uma mudança na equipe titular, sacou Dida e colocou Vavá, Feola havia recebido informações sobre o forte sistema defensivo inglês, por isso, resolveu mexer no ataque brasileiro. Para o duelo contra os ingleses o Brasil percorreu apenas 35 km de Hindas até Gotemburgo, diferente dos 117 km do jogo anterior até Udevalla. 

Para Inglaterra ainda pesava o dramático acidente aéreo no aeroporto de Munique na Alemanha, no dia 6 de fevereiro, que matou oito jogadores do Manchester United, entre os sobreviventes, estava Bobby Charlton, que em oito anos depois foi o grande destaque na conquista inglesa em casa na Copa do Mundo de 1966, Tommy Taylor, ídolo e artilheiro da Seleção Inglesa, foi um dos mortos no fatídico acidente. 

O jogo foi um duro teste para o Brasil logo na segunda partida na competição, a Seleção Brasileira encontrou muita dificuldade para passar pela forte defesa inglesa, o futebol inglês era pouco criativo, tinha os cruzamentos na área adversária como sua principal jogada de ataque, apostando na altura do centroavante Kevan.

A partida se tornou ataque contra defesa, com os brasileiros buscando a vitória e os ingleses desejando não perder, com o passar do tempo o duelo se tornou nervoso para os dois lados com o placar zerado, o goleiro Mcdonald foi uma muralha, barrando as várias finalizações do ataque brasileiro, contribuindo para o primeiro 0 a 0 da história das Copas,  por outro lado o grande jogador Kevan, deu muito trabalho à defesa brasileira, decepcionando os 40.895 presentes no Nua Ullevi.

Se a forte defesa inglesa foi motivo para o técnico Vicente Feola mudar o ataque brasileiro, na defesa a grande preocupação era com Kevan, Gilmar foi alertado na véspera do jogo pelo goleiro Lev Yasmin, goleiro da União Soviética: "Cuidado com o centroavante inglês, o Kevan, que é muito desleal. Entra nos goleiros dando cotoveladas e empurrões. E ainda costuma cuspir nos adversários."

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Vavá, Mazola e Zagallo.                   

Técnico: Vicente Feola 

Inglaterra (2 3 5) - Mcdonald; Howe e Wright; Banks, Champ e Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes e Acourt.          

Técnico: Walter Winterbottom

As curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Na Copa de 1958, Pelé tinha 1,67 m de altura e 59 kg, já na Copa de 1970, ele apresentava 1.70 m e 68 kg, essa é a comparação do rei da sua primeira a última Copa disputada.

O empate por 0 a 0 diante da Inglaterra na Copa de 1958, além de ter sido o primeiro jogo em Copas sem gol, foi a primeira vez que a Seleção Brasileira terminou um jogo de Copa sem marcar gol.

Enquanto os brasileiros comemoravam o título da Copa do Mundo de 1958 na Suécia, o dentista da delegação brasileira, Mário Trigo, abraçou efusivamente o rei Gustavo, e o saudou com: "E aí, King, tudo bem", o monarca sueco ficou atônito sobre a frase dita pelo brasileiro.






sexta-feira, 29 de maio de 2026

A estreia do Brasil na conquista da primeira estrela

O início da caminhada da Seleção Brasileira na primeira conquista da Copa do Mundo em 1958 na Suécia, foi de forma tranqüila com goleada de 3 a 0 diante da Áustria. 

O Brasil na Copa do Mundo de 1958 na Suécia fez parte do Grupo 4 com Áustria,
Inglaterra e União Soviética, iniciou a campanha na conquista da primeira estrela, no dia 8 de julho, no Estádio Rimmewallen, em Udevalla, estreia com o pé direito vitória por 3 a 0 diante da Áustria, gols de Mazolla (2) e Nilton Santos.

A Seleção Brasileira chegou à Suécia sem despertar interesse da imprensa e do público, ficou concentrada em um hotel à beira de um belo lago na cidade de Hindas, que fica a 117 km de Udevalla, as favoritas ao título eram Inglaterra, Alemanha (campeã de 1954) e União Soviética (ouro na Olimpíada de Melbourne 1956). 

O adversário da estreia a Áustria não tinha nenhum brilho, as 21 mil pessoas que compareceram no Rimmewallen na pequena cidade de Udevalla não saíram decepcionados, depois de um começo nervoso o Brasil dominou o duelo e abriu o placar com Mazzola aos 38 minutos, 1 a 0 no placar.

No segundo tempo a Seleção Brasileira continuou com o domínio da partida e logo aos 6 minutos Nilton Santos ampliou para 2 a 0, o detalhe é que ele avançou da defesa para o ataque para marcar o gol, enquanto o técnico Vicente Feola gritava desesperado do banco "Volta, Nilton, volta!", o jogador do Botafogo não deu ouvido a Feola e fez um golaço, ainda teve tempo para o 3° gol novamente com Mazolla aos 44 minutos, vitória convincente e de goleada, a primeira das três na Copa da Suécia. 

Brasil (4 2 4) - Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Dida e Zagallo.

Técnico: Vicente Feola

Áustria (2 3 5) - Szanwaid; Halla e Happel; Swoboda, Hanappi e Koller; Horak, Senekowisch, Buzek, Korner e Schleger.

Técnico: Josef Argauer

Curiosidades do Brasil na Copa do Mundo de 1958.

Foi Vicente Feola que criou o esquema tático 4 3 3 na Copa de 1958, ao colocar Zagallo jogando mais atrás. 

Dos 22 jogadores convocados apenas seis não entraram em campo, foram eles: Castilho (Fluminense), Mauro (São Paulo), Zózimo (Bangu), Oreco (Corinthians), Moacir (Flamengo) e Pepe (Santos).

O goleiro Gilmar usou a camisa 3 por erro na inscrição, Garrincha usou a 11 e Zagallo, a 7, e o destino reservou a camisa 10 ao jovem Pelé. 


terça-feira, 5 de maio de 2026

Final grená no Paulista A2

Juventus e Ferroviária garantiram o acesso ao Paulistão 2027, as duas equipes tem a cor grená nas suas camisas e farão a decisão inédita no ano que o duelo completa 70 anos de história. 

A final do Campeonato Paulista Série A2 (2° divisão de São Paulo) será grená com Juventus e Ferroviária, garantidos na Série A1 em 2027 agora vão em busca de mais um título da Série A2, a equipe da capital venceu pela última vez a competição em 2005 e buscará o tricampeonato, já o time de Araraquara tem em 2015 o seu último título do campeonato e almeja o tetracampeonato. 

As curiosidades dessa final são: as duas equipes que tem a cor grená nas suas camisas, pela primeira vez se enfrentam em uma decisão de campeonato, Safs (Sociedades Anônimas do Futebol) e estavam no mesmo grupo na 2° Fase, a Ferroviária irá decidir o título em casa e a igualdade no placar agregado, pelo fato de ter a melhor campanha geral no campeonato com 44 pontos conquistados contra 39 pontos do Juventus, que fará o jogo de ida na Javari no dia 7 de maio às 10h, a partida da volta será na Arena da Fonte Luminosa em 13 de maio ás 19h15.

O Juventus se classificou para segunda fase na do Paulista A2 na última rodada da primeira fase ao ficar no 7° lugar com 23 pontos, enquanto a Ferroviária teve uma classificação tranquila no 2° lugar com 28 pontos, nas semifinais o moleque travesso eliminou a Votuporanguense ao vencer por 2 a 1 em casa e empatar por 0 a 0 fora de casa, já a Ferrinha passou pelo Ituano vencendo em Itu por 1 a 0 e empatou por 1 a 1 em Araraquara.

Em 2005 o Juventus disputou a sua última final de Paulista Série A2 e levou a melhor sobre o Noroeste por 2 a 1 na Rua Javari, já a Ferroviária volta a decisão 60 anos depois, quando em 1966 superou o XV de Piracicaba em dois jogos no Pacaembu por 2 a 1 no agregado (1 a 1 e 1 a 0), no último título em 2015 a Ferrinha levou a melhor sobre o Novorizontino na disputa por pontos corridos.

Foi em outubro de 2025 que o Juventus se tornou SAF (Sociedade Anônima de Futebol). O grupo Contea Capital adquiriu 90% das ações do futebol por R$ 480 milhões, contribuindo para formação de um elenco jovem e barato, a SAF da Ferroviária e do grupo Bertolucci desde janeiro de 2022.

A Ferroviária tem o melhor ataque da competição com 33 gols, o elenco é formado por muitos atletas das divisões de base do clube, a folha salarial mensal é R$ 700 mil, a maior da Série A2, além do Paulista a equipe disputa o Campeonato Brasileiro da Série C.

O moleque travesso tem uma folha salarial bem abaixo da Ferrinha, com aproximadamente R$ 415 mil, o time da capital paulista não disputa nenhuma divisão nacional, a partir de julho disputará a Copa Paulista, está no Grupo 3, ao lado do Paulista de Jundiaí, Osasco Sporting e Primavera, o campeonato será definido em outubro, o campeão terá o direito de escolher entre uma vaga na Série D ou na Copa do Brasil de 2027, a quarta divisão nacional é a oportunidade de um calendário maior para a próxima temporada. 

Campanhas dos finalistas 

Juventus 

1° Fase - 7° lugar - 23 pontos

2° Fase - 2° lugar no Grupo 3  - 12 pontos

Semifinal 

Juventus 2 x 1 Votuporanguense 

Votuporanguense 0 x 0 Juventus 

23 j - 11 v, 8 e, 4 d  

31 gols marcados e 25 gols sofridos 

Ferroviária 

1° Fase - 2° lugar - 28 pontos

2° Fase - 1° lugar - 12 pontos

Semifinal

Ituano 0 x 1 Ferroviária 

Ferroviária 1 x 1 Ituano

23 j - 13 v, 7 e, 3 d 

33 gols marcados e 18 gols sofridos 


Na história são 79 jogos e a vantagem é da Ferroviária com 32 vitórias contra 23 triunfos do Juventus e 24 empates, com 37 partidas em São Paulo e 42 duelos em Araraquara, a Ferrinha marcou 119 gols e o moleque travesso 92 tentos, a última vez que se enfrentaram foi no dia 15 de abril na Arena Fonte Luminosa em Araraquara, e deu Ferroviária por 1 a 0, no duel válido o pela 6° Rodada da 2° Fase do Paulista A2.

A última vez que o Juventus disputou o Paulistão foi em 2008 e a Ferroviária foi mais recente em 2023.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Itália está fora da Copa do Mundo de 2026

A seleção italiana não conseguiu se classificar para Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, a tetracampeã mundial esteve de fora das edições de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).

A Itália voltou a decepcionar os italianos ao não se classificar para mais uma Copa do Mundo, dessa vez a algoz foi a Bósnia e Herzegovina na repescagem das eliminatórias europeias, no dia 31 de março eliminou a seleção italiana no Estádio Bilino Polje em Zenica, após empate por 1 a 1 ( tempo regulamentar e prorrogação) nos pênaltis vitória bósnia em casa por 4 a 1, garantindo o país na Copa do Mundo de 2026 (Eua, México e Canadá), já a azurra tornou-se a primeira seleção campeã do mundo a ficar fora de três Copas seguidas.

É inacreditável como a Itália está fora de mais uma Copa do Mundo, depois de ter sido eliminada das Copas de 2018 e 2022 por Suécia e Macedônia do Norte, a tetracampeã mundial foi superada pela Bósnia e Herzegovina e não estará na Copa do Mundo em 2026, uma decepção imensurável aos italianos que ficaram incrédulos com mais uma ausência da sua seleção na Copa, a última vez que a azurra disputou um mundial foi em 2014 no Brasil, que também foi marcada pela estreia da Bósnia e Herzegovina em Copas, os bósnios vão para segunda Copa da sua historia na América do Norte.

Todas as eliminações da Itália foram traumáticas para os italianos, devido ao fato da seleção italiana ter que disputar a repescagem das eliminatórias europeias, sendo a última disputa por uma vaga na Copa  a mais dolorosa pois a azurra foi eliminada nos pênaltis. 

Agora a Itália se junta a Inglaterra e Argentina, como as seleções campeãs do mundo com três ausências seguidas em Copas do Mundo, os ingleses ficaram de fora das Copas de 1930 (Uruguai), 1934 (Itália) e 1938 (França), por não serem filiados à FIFA, já os argentinos boicotaram a edição de 1938 e por motivos políticos desistiram dos mundiais de 1950 (Brasil) e 1954 (Suiça).

Só resta aos italianos esperar por 2030, quando poderão quebtar o jejum de 16 anos de fora da Copa do Mundo e como diz o ditado "Depois da tempestade vem a bonança", essa é a esperança da Itália para acabar com a expressão "maré de decepções".

 




terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Seahawks se vinga e leva o Super Bowl LX

Onze anos depois o Seattle Seahawks se deu o troco no New England Patriots, em 2015 no Super Bowl XLIX o Patriots venceu por 28 a 24, mas em 2026 o Seahawks levou a melhor no Super Bowl LX vencendo por 29 a 13.

Seattle Seahawks não toma conhecimento do New England Patriots vence por 29 a 13, se  vinga e leva o Super Bowl XLIX, domingo (8), no Levi's Stadium, em Sana Clara na Califórnia (EUA), com a vitória o Seahawks chegou ao segundo título de Super Bowl na quarta final disputada, por outro lado o Patriots disputou a 12° decisão e ficou com o sexto vice-campeonato, juntamente com o Pittsburgh Steelers tem seis Super Bowls, além da derrota perdeu a chance de se tornar o maior campeão da liga com sete títulos. 

Era esperado uma partida equilibrada, física, estratégica, com as defesas superando os ataques cedendo poucas jardas, um jogo de xadrez, mas o que se viu foi a superioridade do Seahawks desde o início, por mais que a defesa do Patriots tenha endurecido o duelo a equipe de Seattle ia capitalizando pontos e abriu 19 a 0 após o extra point de Jason Myers no início do 4° quarto.

Enquanto os destaques do Patriots Cristian Gonzalez (CB), Milton Williams (DT), Drake Maye (QB), Rhamondre Stevenson (RB), Kayshon Boutte (WR) e TreVevon Henderson (RB) não faziam uma boa partida, o Seahawks tinha o Lado Negro (linha defensiva do Seahawks) com Devon Whiterspoon (CB), Byron Murphy II (NT) e Rashid Shaheed (PR/KR) muito bem, já no ataque Sam Darnold (QB), Jevon Smith-Njiba (WR) e Khenneth Walker III (RB) davam conta do recado.

A defesa agressiva de Seattle não deixava o New England se encontrar no ataque, tanto a linha ofensiva como a defensiva do Patriots não tinha soluções para superar o Seahawks, por mais que o time de Mike Macdonald não fosse tão espetacular no ataque ia pontuando na partida com field goals e touchdown enquanto os comandados de Mike Vrabel tinham muita dificuldade em pontuar devido a forte defesa adversária.

O Patriots só conseguiu marcar pouco tempo depois de sofrer o 19° ponto deixando o placar em 19 a 7, depois a equipe de Seattle ampliou para 29 a 7, definindo o bicampeonato do Super Bowl para o Seahawks, por fim o time da Nova Inglaterra diminui a diferença no final do jogo para 29 a 13 determinando o resultado final do Super Bowl LX.

Neste ano a glória foi dos Seahawks com uma vitória tranquila e o segundo título de Super Bowl depois de 12 anos, no dia 1° de fevereiro de 2015 o Patriots conquistou o Super Bowl XLIX de forma dramática no Universidade de Phoenix, em Glendale no Arizona (EUA), vitória por 28 a 24 com direito a interceptação de Malcolm Butler ( Patriots) na end zone no passe de Russell Wilson (Seahawks) a uma jarda do touchdown do título, mas nada melhor para Seattle poder se vingar do seu algoz 11 anos depois, exorcizar esse fantasma do passado e levar o troféu Vince Lombardi de volta para casa.

Pontuação no jogo

1° Quarto

Jason Myers 3 - 0 - 11:58

2° Quarto

Jason Myers 6 - 0 - 11:16

Jason Myers 9 - 0 - 0:11

3° Quarto 

Jason Myers 12 - 0 - 9:12

4° Quarto 

AJ Barner 18 - 0 - 13:24

Jason Myers 19 - 0 - 13:24

Mack Hollins 19 - 6 - 12:26

Andy Borregales 19 - 7 - 12:27

Jason Myers 22 - 7 - 5:35

Uchenna Nsowu 28 - 7 - 4:27

Jason Myers 29 - 7 - 4:27

Rhamondre Stevenson 29 - 13 - 2:21

Se for levado em consideração a partir do momento que o Patriots acordou para o jogo após sofrer o 19° ponto, o placar foi 13 a 10 para o New England, mas isso só foi possível devido ao relaxamento do Seahawks no jogo depois de abrir uma grande vantagem na partida. 

O outro título do Seahawks foi em 2 de fevereiro de 2014 quando venceu o Denver Broncos pelo inconteste 43 a 8, no Metlife Stadium, em East Rutherford na ganhou do Los Angeles Rams por 13 a 3, no Mercedes Benz Stadium, em Atlanta na Geórgia (EUA), agora na história o Seahawks tem 12 vitórias contra nove do Patriots, o Seattle venceu os últimos quatro duelos entre as equipes, a última vitória do New England sobre o rival foi no Super Bowl XLIX em 1° de fevereiro de 2025 por 28 a 24, assim está há 11 anos sem vencer o time de Seattle. 

O Levi's Stadium também foi sede do Super Bowl L, em 7 de fevereiro de 2016 o Denver Broncos bateu o Carolina Panthres por 24 a 10, o Super Bowl LXI não sairá da Costa Leste, será no dia 14 de fevereiro de 2027, no SoFi Stadium, em Inglewood na Califórnia (EUA), o estádio sediou anteriormente o Super Bowl LVI, no dia 13 de fevereiro de 2022 em casa o Los Angeles Rams foi campeão ao superar o Cincinatti Bengals por 23 a 20.

As equipes na temporada regular obtiveram campanhas idênticas com 14v e 3 d, o na pós playoffs o Patriots teve um jogo a mais que o Seahawks, pelo fato de ter jogado o Wild Card devido ter sido Seed 2 na Conferência Americana, já o Seattle por ter sido Seed 1 na Conferência Nacional entrou na pós-temporada no Divisional.

Campanha nos Playoffs

Wild Card - New England Patriots 16 x 3 Los Angeles Chargers 

Divisional - New England Patriots 28 x 16 Houston Texans

- Seattle Seahawks 41 x 6 São Francisco 49ers

Final de Conferência - Denver Broncos 7 x 10 New England Patriots 

- Seattle Seahawks 31 x 27 Los Angeles Rams 

Números da temporada 2025

Patriots x Seahawks 

17         vitórias                  17

4            derrotas                  3

64       touchdowns            61

557   pontos marcados   584

375   pontos sofridos      338

4953   jardas aéreas      4498

2662  jardas terrestres  2487

O cantor porto-riquenho de reggaeton Bad Bunny foi o primeiro homem latino a fazer o show do intervalo no Super Bowl, em 2025 alcançou o topo de mais ouvido no Spotify, venceu o Grammy Álbum do Ano com o álbum tido em espanhol - Debí Tirar Más Fotos, ele é contra as políticas imigratórias dos EUA, a sua turnê mundial não tem nenhuma cidade americana temendo batidas dos agentes do ICE, recebeu U$ 1.000,00 (R$ 5.495,80) pela apresentação, defendeu os povos latinos da América (América do Sul, América Cenyral e América do Norte) se colocando a favor que a América não é um país (EUA) e sim um continente. 

Fez uma narrativa visual baseada na raiz porto-riquenha, retratando os campos de cana-de-açúcar e jibaros para bodegas, messas de dominó e um desfile de rua pan-americano, a apresentação foi toda em espanhol e fundamentada em crença, herança e autoestima, um casamento ao vivo, aparições de Lady Gaga e Ricky Martin, finalizou ressaltando a resiliência de Porto Rico e com a bandeira do seu país. 

A apresentaçã4o de Bad Bunny alcançou uma média de 128,2 milhões de telespectadores nis Estados Unidos, alcançando o quarto lugar na história dos shows de intervalos dos Super Bowls, o recorde é de Kendrick Lamar que obteve a média de 133, 5 milhões em 2025. Charlie Puth cantou o hino nacional dos EUA, ainda teve os musicais com Green Day no pré-jogo e as apresentações de Brandi Carlile e Coco Jones, o primeiro show do intervalo no Super Bowl foi em 1993 com Michael Jackson. 

Curiosidades do Super Bowl 

O Mercedes Benz Superdome em Nova Orleans na Louisiana (EUA), é o estádio que mais sediou o Super Bowl com oito partidas e Nova Orleans é a cidade que mais tecebeu o evento esportivo em 11 oportunidades, a última vez que como sede foi em 2025. A Flórida é o estado americano que mais foi sede do Super Bowl com 17 jogos, o último em 2021 no Raymond James Stadium em Tampa.

Na temporada 2026 teremos nove jogos internacionais na NFL nas seguintes cidades:

Londres (ING) - 3

Madri (ESP) - 1

Melbourne (AUS) - 1*

Cidade do México (MÉX) - 1

Munique (ALE) - 1

Paris (FRA) - 1*

Rio de Janeiro (BRA) - 1*

Equipes dominantes nos Super Bowls em todas as décadas 

Anos 60 - Green Bay Packers - 2 títulos 

Anos 70 - Pittsburgh Steelers - 3 títulos 

Anos 80 - San Francisco 49ers - 3 títulos 

Anos 90 - Dallas Cowboys - 3 títulos 

Anos 2000 - New England Patriots - 3 títulos 

Anos 2010 - New England Patriots - 3 títulos 

Anos 2020 - Kansas City Chiefs - 3 títulos 

O Super Bowl teve a sua primeira edição em 1967, o Miami Dolphins é o único time na história da NFL que foi campeão invicto, ao conquistar o Super Bowl VII em 1972 com a campanha de 17 - 0.

Steve Young é o quarterback com mais lançamentos para touchdown na história do Super Bowl, no Super Bowl XXIX em 1995, alcançou a marca de seis touchdowns, Young na época descreveu o fato como "inacreditável " e até hoje ninguém quebrou o seu recorde.

Apenas em duas oportunidades o Super Bowl foi para prorrogação, o Super Bowl LI em que o New England Patriots foi campeão, onde superou uma desvantagem de 25 pontos frente ao Atlanta Falcons, a outra vez foi o título do Kansas City Chiefs diante do San Francisco 49ers, mesmo com a vantagem de 10 pontos do 49era diante do Chiefs, no Super Bowl LVII.



* Jogo Inédito 





segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Cremonese segue sem vencer o Verona

Os tigres chegam ao quarto jogo sem vitória diante do amarelo e azul, são uma derrotas e três empates, o último triunfo foi o 2 a 1 em Cremona, no dia 18 de agosto de 2019 pela Copa Itália 19/20. 

A Cremonese está há quase sete anos sem vencer o Verona, na segunda (19), empate por 0 a 0 em jogo válido pela 20° Rodada da Série A 25/26, no Estado Giovanni Zini em Cremona (ITA), nos seus domínios o tabu é de mais de 17 anos, já que a última vitória diante do amarelo e azul foi 3 a 1 em 21 de setembro de 2008 pela Série C 08/09.

No duelo pelo 1° turno em Verona, no dia 15 de setembro de 2025, o placar também foi 0 a 0, a última vitória do amarelo e azul foi por 2 a 0 em 9 de janeiro de 2023 na sua casa pela Série A 22/23, depois vieram os empates em 1 a 1 e os dois 0 a 0, mantendo o tabu favorável ao Verona.

Além de não quebrar o tabu diante do Verona, a Cremonese está a sete jogos sem vencer na temporada (3 e, 4 d) e com 2 gols marcados em sete partidas, a última vitória foi por 2 a 0 no Lecce em 7 de dezembro de 2025, nos seus domínios, então está com mais 40 dias sem vencer, irá em busca da recuperação fora de casa contra o Sassuolo no dia 25 ás 8h30 (horário de Brasília), está na 12° colocação com 23 pontos (5 v, 8 e, 8 d) na Série A 25/26.

No jogo contra o Verona o técnico Davide Nicola não pode contar contar com Payero e Sarmiento lesionados e Pezzella suspenso, assim fez três mudanças no time titular que perdeu por 5 a 0 para Juventus fora de casa no dia 12 de janeiro, sairam Zerbin, Johnsen e Pezzella, entraram Barbieri, Vandeputte e Ceccherini, mas manteve a formação tática  no 3 5 2.

O Verona manteve o tabu diante da Cremonese, mas está a seis jogos sem vencer (1 e, 5 d), por outro lado marcou 5 gols em seis partidas, a última vitória foi por 2 a 1 na Fiorentina em 14 de dezembro de 2025, fora de casa, assim está com 35 dias sem vencer, e ainda convive com a ameaça do rebaixamento para 2° divisão, irá em busca de quebrar o jejum diante da Udinese em casa no dia 26 de janeiro ás 16h45 (horário de Brasília), está na lanterna (20° lugar) da Serie A 25/26 com 14 pontos (2 v, 8 e, 11 d) a três pontos da Fiorentina (17° colocada) a primeira fora da zona de rebaixamento. 

Na partida diante da Cremonese o técnico Paolo Zanetti teve uma série de ausências, cinco lesionados: Frese, Suslov, Akpro, Belka-Kotchap e Belghali e Nuñez suspenso, então fez seis mudanças no time titular que perdeu em casa por 3 a 2 para o Bologna no dia 15 de janeiro, sairam Montipó, Nuñez, Valentini, Niasse, Serdar e Al Musrati, entraram *Perilli, Slotsager, Ebosse, *Lirola, Gagliardini e Giovane, com isso mudou a formação tática do 3 5 2 para o 3 4 3. Na história temos 13 vitórias da Cremonese, 19 empates e 19 vitórias do Verona, os tigres marcaram 54 gols e o amarelo e azul fez 68 gols. 

Em Cremona a vantagem é da Cremonese com 8 v, 12 e, 5d, já em Verona o histórico é a favor do Verona com 14 v, 7e, 5d. Na temporada em casa a Cremonese tem 2v, 6 e, 3 d, o Verona fora de casa tem 1 v, 6 e, 5 d. Davide Nicola leva vantagem nos confrontos contra Paolo Zanetti, com duas vitórias e três empates.


*Estreante na Série A 25/26

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Agafuc conquistou a Liga Nacional no sofrimento sobre a Apace

Os gaúchos superaram a equipe paraibana na grande decisão da Liga Nacional Loterias Caixa de Futebol   de Cegos, assim a equipe do Sul se tornou campeã de todas competições organizadas pela CBDV.

A AGAFUC-RS (Associação Gaúcha de Futsal para Cegos) conquistou a Liga Nacional Loterias Caixa de Futebol de Cegos, ao vencer nos pênaltis por 2 a 1 APACE-PB (Associação Paraibana de Cegos), foi mais uma conquista para os gaúchos e dessa vez no sofrimento, após empate em 0 a 0 no tempo regulamentar, no Centro de Treinamento Paralímpico, no dia dia 7 de dezembro em São Paulo,  com o título inédito a AGAFUC, se tornou campeã de tudo, Regional, Campeonato Brasileiro, Supercopa, e Liga Nacional,

Após o empate sem gols no tempo regulamentar, Luan Lacerda, da AGAFUC, na temida decisão por pênaltis o goleiro defendeu a cobrança de Raynã, brilhou novamente nas penalidades como na final do Campeonato Brasileiro contra o Corinthians e foi eleito Melhor Goleiro da competição, Jardiel acertou a trave e Jonatan converteu o pênalti para Apace, já pela equipe do Rio Grande do Sul, Gabriel Penedo e Nonato converteram suas penalidades. 

"A AGAFUC fechou o ano com chave de ouro. Foi um ano bem intenso de competição, teve o Regional, o Brasileiro, a Liga o ano inteiro. A gente conseguiu ser constante nessas competições, ganhamos o Brasileiro e a Liga. Hoje, mais uma vez, decidido nos pênaltis. Deus abençoou para eu pegar um pênalti na final e a gente conseguiu fazer os dois, e assim conseguimos ser campeões, levando esse primeiro título da Liga para Canoas", celebrou o goleiro Luan Lacerda.

Os gaúchos fizeram uma campanha brilhante na Liga, se classificando com três rodadas de antecedência para a final, terminando em 1º lugar na fase de classificação com 24 pontos, cinco a frente da Apace, ao todo, foram sete vitórias e quatro empates com 14 gols marcados e 5 sofridos na competição, o artilheiro da competição foi Carlinhos Rocha, da ADESUL-CE (Associação D'Eficiência Superando Limites), com oito gols. Fortaleza foi eleita a A Casa do Futebol de Cegos com a ADESUL, sendo a equipe que mais se destacou na organização enquanto sede.

"Foi um jogo muito duro, a AGAFUC tá extremamente feliz porque fizemos uma boa temporada, vencemos o Campeonato Brasileiro, que é um campeonato de peso, e a gente queria muito o título da Liga porque foi a primeira edição dessa competição que, acho eu, veio pra ficar. Nós estamos satisfeitos. Foi maravilhoso conseguir esse título, nos pênaltis, sofrido. A APACE fez grande partida, time forte e camisa pesada, e foi um grande jogo. Acho que fizemos um bom espetáculo pras pessoas acompanharem e isso também é importante", disse o craque Ricardinho após a conquista.


LIGA NACIONAL DE FUTEBOL DE CEGOS 2025
 TIMEJPVEDGPGCSG
AGAFUC/RS10247301459
APACE/PB10196131174
CORINTHIANS/SP101644214113
INV/SP10103161115-4
ADESUL/CE108226813-5
APADEVI/PB1072171118-7


Final

7 de dezembro

Agafuc-RS 0 (2) x 0 (1) Apace-PB - CT Paralímpico - São Paulo (SP)






segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Boca Juniores: O Grande Carrasco dos Brasileiros na Libertadores

O time argentino levou a melhor em 19 dos 25 mata-matas em disputas contra brasileiros na Libertadores, se tornando o grande carrasco do futebol brasileiro. 

maior carrasco dos clubes brasileiros em Libertadores tem nome, se chama Boca Juniors, o time argentino tem ampla vantagem (18 a 7) sobre as equipes brasileiras nos confrontos eliminatórias pela maior competição continental, a diferença é tão desproporcional a favor dos argentinos que tem Cruzeiro e Palmeiras como as suas "vítimas" prediletas, os mineiros foram eliminados em três oportunidades e os paulistas quatro vezes, só com esses dois os hermanos obtiveram sete classificações.

A história do Boca Juniors em mata-matas contra clubes brasileiros iniciou nos anos 60, e logo na final da Libertadores de 1963 contra o Santos, o peixe levou a melhor e na época chegou ao bicampeonato da competição em plena La Bombonera, o troco dos argentinos veio 40 anos depois com o título no Morumbi, em 2020 o alvinegro eliminou o azul e ouro na semifinal, o alvinegro juntamente com o Fluminense é um dos poucos brasileiros que leva vantagem sobre os hermanos em duelos eliminatórios. 

A derrocada brasileira na Libertadores  começou em 1977 com o Cruzeiro sendo superado na final, trinta e um anos depois caiu nas oitavas de final, por fim em 2018 a queda nas quartas de final para o Fluminense, as duas eliminações mineira foram em pleno Mineirão, os mineiros só ficam atrás do Palmeiras em freguesia para o Boca Juniors.

No início da década de 90 as duas maiores torcidas do Brasil sofreram com o time argentino, em 1991 eliminou o Corinthians (oitavas de final) e o Flamengo (quartas de final), a história contra o clube carioca está restrita a esse ano, já com os paulistas houveram mais três episódios, primeiramente no histórico 2012 para os corintianos que superaram o Boca na final, no ano seguinte o azul e ouro despachou o Timão nas oitavas de final em pleno Pacaembu, mas nove anos depois o alvinegro deu o troco eliminando os hermanos em plena La Bombonera, igualando o feito do Santos de 1963.

Os anos 2000 foi a época que o Boca Juniors teve a maior quantidade de mata-matas contra os clubes brasileiros, um total de nove embates eliminatórios, onde os hermanos levaram a melhor em oito oportunidades (2000, 2001 (2), 2003 (2), 2004, 2007 e 2008), só sendo eliminado em 2008 pelo Fluminense na semifinal, evidenciando a fama de matador de brasileiros.

Na década de 2000 o Boca Juniors enfileirou eliminações em clubes brasileiros na Libertadores, foram oito classificações seguidas dos hermanos, contando com os anos de 1977 e 1991 chegou ao absurdo de 10 oportunidades que o azul e ouro despachou os brasileiros, em 2000 o Palmeiras perdeu a final no Morumbi, no ano seguinte veio a dobradinha argentina eliminando Vasco nas quartas de final e Palmeiras na semifinal em pleno Palestra Itália, dois anos após mais duas classificações do Boca, nas oitavas de final Paysandu em pleno Mangueirão e Santos na final no Morumbi, dando o troco 40 anos depois da perca do título para o alvinegro em plena La Bombonera. 

Ainda nos anos 2000 eliminou o São Caetano nas quartas de final em 2004, três anos depois bateu o Grêmio na final em pleno Olímpico, no ano seguinte despachou o Cruzeiro nas oitavas de final sofreu o segundo revés em mata-matas para clubes brasileiros, o Fluminense eliminou os argentinos na semifinal. 

No início da década de 2010 veio o troco do Boca no tricolor carioca, em 2012 eliminou o Flu nas quartas de final, mas nesse mesmo ano perdeu a segunda final de Libertadores para clubes brasileiros, ao ser superado pelo Corinthians, quebrando a sequência de duas classificações diante de Cruzeiro (2008) e Fluminense (2012). 

Após a eliminação para o Fluminense  desclassificou quatro brasileiros em sequência, Corinthians nas oitavas de final (2013) em pleno Pacaembu, cinco anos depois teve a dobradinha diante do Cruzeiro nas quartas de final mais uma vez no Mineirão e na semifinal o Palmeiras em pleno Allianz Parque, um ano depois eliminou o Athletico Paranaense nas oitavas de final. 

Na atual década (anos 20) o Boca Juniors emplacou a quinta classificação seguida diante dos brasileiros, ao despachar o Internacional nas oitavas de final em 2020, depois veio uma sequência favorável aos clubes brasileiros, com o Santos no mesmo ano despachando os hermanos na semifinal e fazendo 2 a 1 em mata-matas no Boca, no ano seguinte o azul e ouro foi eliminado pelo Atlético-MG nas oitavas de final. 

Em 2022 foi a vez do Corinthians eliminar o Boca nas oitavas de final em plena La Bombonera, um ano após os hermanos despacharam o seu "freguês" predileto o Palmeiras que caiu na semifinal em pleno Allianz Parque, ainda em 2023 o Fluminense levou a melhor na final contra o azul e ouro e se igualou ao alvinegro praiano como os únicos brasileiros que levam vantagem diante da equipe argentina em confrontos eliminatórios.

Os clubes brasileiros que mais enfrentaram o Boca Juniors em mata-matas na Libertadores são: Palmeiras e Corinthians Cruzeiro, Santos e Fluminense, o alviverde é o que mais se deu mal diante dos argentinos  sendo superado em quatro vezes, depois vem o Cruzeiro em três oportunidades, o Corinthians é o único que está 2 a 2 com os hermanos, Fluminense, Santos e Atlético-MG podem ser vangloriar, pois tem vantagem nos duelos eliminatórios com o azul e ouro os dois primeiros em 2 a 1 e galo em 1 a 0.

O Boca Juniors é disparado o time que mais enfrentou clubes brasileiro em matas-mata de Libertadores e grande carrasco do futebol brasileiro, mas com o domínio brasileiro nas ultimas sete edições (desde 2019 só o Brasil tem levado os títulos do torneio), a balança tem pesado mais a favor dos brasileiros em duelos eliminatórios com os hermanos.

Flamengo, Vasco, Paysandu, São Caetano, Grêmio, Athletico Paranaense e Internacional, são os clubes brasileiros que enfrentaram o Boca Juniors somente em um mata-mata cada um e todos foram derrotados pelo time argentino. 

Vitórias do Boca Juniors contra brasileiros em mata-matas de Libertadores. 

1977 - Cruzeiro (final)

1991 - Corinthians (oitavas de final)

1991 - Flamengo (quartas de final)

2000 - Palmeiras (final)

2001 - Vasco (quartas de final)

2001 - Palmeiras (semifinal)

2003 - Paysandu (oitavas de final)

2003 - Santos (final)

2004 - São Caetano (quartas de final)

2007 - Grêmio (final)

2008 - Cruzeiro (oitavas de final)

2012 - Fluminense (quartas de final)

2013 - Corinthians (oitavas de final)

2018 - Cruzeiro (quartas de final)

2018 - Palmeiras (semifinal)

2019 - Athletico Paranaense (oitavas de final)

2020 - Internacional (oitavas de final)

2023 - Palmeiras (semifinal)

Derrotas do Boca Juniors contra brasileiros em mata-matas de Libertadores. 

1963 - Santos (final)

2008 - Fluminense (semifinal)

2012 - Corinthians (final)

2020 - Santos (semifinal)

2021 - Atlético-MG (oitavas de final)

2022 - Corinthians (oitavas de final)

2023 - Fluminense (final)

Em finais a vantagem do Boca Juniors é apertada com quatro títulos e três vices, as conquistas foram em 1977, 2000, 2003 e 2007 contra Cruzeiro, Palmeiras, Santos e Grêmio, foi superado em 1963, 2012 e 2023 por Santos, Corinthians e Fluminense.  








 

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Finalistas ficam no empate na prévia da grande decisão

Agafuc-RS e Apace-PB fizeram um jogo equilibrado na prévia da final da Liga Nacional de futebol de Cegos, apesar de boas chances de gols para os dois lados em Canoas (RS), mas o placar terminou em 0 a 0, as equipes pouparam alguns atletas nesse duelo da última rodada da fase de classificação.

duelo mais aguardado da 8ª Rodada da Liga Nacional Loterias Caixa de Futebol de CegosAgafuc-RS e Apace-PB ficaram no 0 a 0, no Centro Esportivo São Luis em Canoas (RS), no sábado (1), mesmo poupando seus principais jogadores o jogo foi movimentado com chances para ambos os lados.

As equipes voltarão a se enfrentar no dia 7 de dezembro, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro em São Paulo, na grande decisão da competição, quem vai levar a melhor e sair com o título.

A final Liga Nacional de Futebol de Cegos entre Agafuc-RS e Apace-PB promete ser bem equilibrada, na prévia da grande decisão de 7 de dezembro, as equipes demonstraram que a disputa pelo título vai ser bem acirrada e sem favorito. 

Os paraibanos equilibraram o jogo com uma forte marcação não dando espaços para os gaúchos, que encontraram dificuldades para transpor a defesa adversária, assim os visitantes aproveitavam os erros dos mandantes para ameaçar a meta dos donos da casa. Os gaúchos terminaram a fase de classificação em 1° lugar com 24 pontos, já os paraibanos ficaram na 2° posição com 19 pontos.

"O jogo foi duro, eles marcam muito bem. O campeonato em si foi muito bom, uma novidade, conseguimos fazer uma boa campanha, com a classificação com antecedência. Agora está tudo zerado, são dois tempos de vinte minutos para a gente brigar pelo título e hoje a gente pôde perceber que será uma final muito bem disputada. Vamos dar o melhor para levar esse título", disse o pivô Nonato, da Agafuc-RS.

"Estou muito feliz pelo desempenho da equipe nesta competição muito difícil, em que cada jogo era uma final. Agora é se preparar para a final e que vença o melhor", comentou o ala Jonatan, da Apace-PB.

Gols só nos outros jogos da 8° Rodada da Liga Nacional de Futebol de Cegos no dia 1° de novembro, em Fortaleza a Apadevi-PB venceu de virada a Adesul-CE por 3 a 2, com gols de Jhonson duas vezes e Guegueu e dois gols de Carlinhos, os paraibanos terminaram em 6° lugar com 7 pontos e os cearenses em 5° colocados com 8 pontos.

Em São Paulo o clássico paulista entre INV e Corinthians terminou em 2 a 2, com gols de Tiago Paraná duas vezes e dois gols de Dudu, o Timão ficou duas vezes na frente do placar à frente do placar, mas o adversário por duas oportunidades conseguiu a igualdade, o alvinegro terminou em 3° lugar com 16 pontos, enquanto o alviceleste ficou com a 4° colocação com 10 pontos. 


Resultados da 8° Rodada 

1º de novembro

Adesul-CE 2 x 3 Apadevi-PB - Areninha do Pirambu (CE)

Agafuc-RS 0 x 0 Apace-PB - C.E São Luis - Canoas (CE)

INV-SP 2 x 2 Corinthians-SP - CT Paralímpico - São Paulo (SP)


Classificação 

                                J   P   V  E  D  GP GC 

1° Agafuc-RS       10   24  7   3   0   14   5

2° Apace-PB        10  19   6   1   3   11   7

3° Corinthians-SP10  16   4   4   2  14  11

4° INV-SP            10  10   3   1   6   11  15

5° Adesul-CE       10   8    2   2   6    8  13

6° Apadevi-PB     10   7    2   1   7   11 18


Final

7 de dezembro

Agafuc-RS x Apace-PB - CT Paralímpico - São Paulo (SP)


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